As outras partes da série de estudos "Meditações sobre a Primeira Epístola aos Coríntios" encontra-se nos endereços abaixo: 1a. Parte 2a. Parte
Antes de ler este estudo bíblico, sugerimos que leia em 1 Coríntios 2:1-16.
2.1 E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria.
2.2 Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.
2.3 E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor.
2.4 A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder,
2.5 para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.
2.6 Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam;
2.7 mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória;
2.8 a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória.
2.9 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.
2.10 Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.
2.11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.
2.12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.
2.13 As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
2.14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
2.15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.
2.16 Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.
Sabemos que no mundo um belo discurso, certo carisma e "palavras persuasivas de sabedoria humana" podem ser suficientes para assegurar a vitória de qualquer causa. Mas Deus não usa essas habilidades humanas nem estratégias de propaganda para nos fazer conhecer a fé (vers. 4-5). Apesar de seu elevado nível de instrução, Paulo não brilhou em Corinto por sua sabedoria, cultura ou eloquência. Isso seria uma contradição ao seu ensinamento, pois a cruz de Cristo que ele anunciava representa justamente o fim de tudo aquilo do qual o homem se orgulha. Mas, longe de sair perdendo com isso, o crente tem recebido as coisas invisíveis - aquilo "que por Deus nos foi dados gratuitamente" - e simultaneamente o meio para discerni-las e delas desfrutar: o Espírito Santo, o único agente que Deus utiliza para nos comunicas Seus pensamentos (vers. 12). De que serviria uma partitura sem os instrumentos musicais para interpretá-la, ou um disco sem o aparelho para tocá-lo? Por outro lado, que efeito teria um belo concerto para uma platéia de pessoas surdas? Assim a linguagem do Espírito Santo é incompreensível ao "homem natural". Em contrapartida o "homem espiritual" pode apreciar as coisas espirituais por meio de recursos espirituais (vers. 13-15).
A leitura bíblica de hoje encontra-se em Juízes 13-15 e Provérbios 18.
Juízes
13.1 E os filhos de Israel tornaram a fazer o que parecia mal aos olhos do SENHOR, e o SENHOR os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos.
13.2 E havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher era estéril e não tinha filhos.
13.3 E o Anjo do SENHOR apareceu a esta mulher e disse-lhe: Eis que, agora, és estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho.
13.4 Agora, pois, guarda-te de que bebas vinho ou bebida forte, nem comas coisa imunda.
13.5 Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus.
13.6 Então, a mulher entrou e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Deus veio a mim, cuja vista era semelhante à vista de um anjo de Deus, terribilíssima; e não lhe perguntei de onde era, nem ele me disse o seu nome.
13.7 Porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora, pois, não bebas vinho nem bebida forte e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até o dia da sua morte.
13.8 Então, Manoá orou instantemente ao SENHOR e disse: Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Deus, que enviaste, ainda venha para nós outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer.
13.9 E Deus ouviu a voz de Manoá; e o Anjo de Deus veio outra vez à mulher, e ela estava no campo, porém não estava com ela seu marido Manoá.
13.10 Apressou-se, pois, a mulher, e correu, e noticiou a seu marido, e disse-lhe: Eis que aquele homem que veio a mim no outro dia me apareceu.
13.11 Então, Manoá levantou-se, e seguiu a sua mulher, e veio àquele homem, e disse-lhe: És tu aquele homem que falaste a esta mulher? E disse: Eu sou.
13.12 Então, disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e serviço do menino?
13.13 E disse o Anjo do SENHOR a Manoá: De tudo quanto eu disse à mulher se guardará ela.
13.14 De tudo quanto procede da vide não comerá, nem vinho, nem bebida forte beberá, nem coisa imunda comerá; tudo quanto lhe tenho ordenado guardará.
13.15 Então, Manoá disse ao Anjo do SENHOR: Ora, deixa que te detenhamos e te preparemos um cabrito.
13.16 Porém o Anjo do SENHOR disse a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e, se fizeres holocausto, o oferecerás ao SENHOR. Porque não sabia Manoá que fosse o Anjo do SENHOR.
13.17 E disse Manoá ao Anjo do SENHOR: Qual é o teu nome? Para que, quando se cumprir a tua palavra, te honremos.
13.18 E o Anjo do SENHOR lhe disse: Por que perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso?
13.19 Então, Manoá tomou um cabrito e uma oferta de manjares e os ofereceu sobre uma penha ao SENHOR; e agiu o Anjo maravilhosamente, vendo-o Manoá e sua mulher.
13.20 E sucedeu que, subindo a chama do altar para o céu, o Anjo do SENHOR subiu na chama do altar; o que vendo Manoá e sua mulher, caíram em terra sobre seu rosto.
13.21 E nunca mais apareceu o Anjo do SENHOR a Manoá, nem à sua mulher; então, conheceu Manoá que era o Anjo do SENHOR.
13.22 E disse Manoá à sua mulher: Certamente morreremos, porquanto temos visto Deus.
13.23 Porém sua mulher lhe disse: Se o SENHOR nos quisera matar, não aceitaria da nossa mão o holocausto e a oferta de manjares, nem nos mostraria tudo isto, nem nos deixaria ouvir tais coisas neste tempo.
13.24 Depois, teve esta mulher um filho e chamou o seu nome Sansão; e o menino cresceu, e o SENHOR o abençoou.
13.25 E o Espírito do SENHOR o começou a impelir de quando em quando para o campo de Dã, entre Zorá e Estaol.
14.1 E desceu Sansão a Timna; e, vendo em Timna a uma mulher das filhas dos filisteus,
14.2 subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, e disse: Vi uma mulher em Timna, das filhas dos filisteus; agora, pois, tomai-ma por mulher.
14.3 Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o meu povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus, daqueles incircuncisos? E disse Sansão a seu pai: Tomai-me esta, porque ela agrada aos meus olhos.
14.4 Mas seu pai e sua mãe não sabiam que isto vinha do SENHOR; pois buscava ocasião contra os filisteus, porquanto, naquele tempo, os filisteus dominavam sobre Israel.
14.5 Desceu, pois, Sansão com seu pai e com sua mãe a Timna; e, chegando às vinhas de Timna, eis que um filho de leão, bramando, lhe saiu ao encontro.
14.6 Então, o Espírito do SENHOR se apossou dele tão possantemente, que o fendeu de alto a baixo, como quem fende um cabrito, sem ter nada na sua mão; porém nem a seu pai nem a sua mãe deu a saber o que tinha feito.
14.7 E desceu e falou àquela mulher, e agradou aos olhos de Sansão.
14.8 E, depois de alguns dias, voltou ele para a tomar; e, apartando-se do caminho a ver o corpo do leão morto, eis que, no corpo do leão, havia um enxame de abelhas com mel.
14.9 E tomou-o nas suas mãos e foi-se andando e comendo dele; e foi-se a seu pai e à sua mãe e deu-lhes dele, e comeram; porém não lhes deu a saber que tomara o mel do corpo do leão.
14.10 Descendo, pois, seu pai àquela mulher, fez Sansão ali um banquete, porque assim o costumavam fazer os jovens.
14.11 E sucedeu que, como o vissem, tomaram trinta companheiros para estarem com ele.
14.12 Disse-lhes, pois, Sansão: Eu vos darei um enigma a adivinhar, e, se nos sete dias das bodas mo declarardes e descobrirdes, vos darei trinta lençóis e trinta mudas de vestes.
14.13 E, se mo não puderdes declarar, vós me dareis a mim os trinta lençóis e as trinta mudas de vestes. E eles lhe disseram: Dá-nos o teu enigma a adivinhar, para que o ouçamos.
14.14 Então, lhes disse: Do comedor saiu comida, e doçura saiu do forte. E em três dias não puderam declarar o enigma.
14.15 E sucedeu que, ao sétimo dia, disseram à mulher de Sansão: Persuade a teu marido que nos declare o enigma, para que, porventura, não queimemos a fogo a ti e à casa de teu pai; chamastes-nos vós aqui para possuir o que é nosso, não é assim?
14.16 E a mulher de Sansão chorou diante dele e disse: Tão-somente me aborreces e não me amas; pois deste aos filhos do meu povo um enigma a adivinhar e ainda mo não declaraste a mim. E ele lhe disse: Eis que nem a meu pai nem à minha mãe o declarei e to declararia a ti?
14.17 E chorou diante dele os sete dias em que celebravam as bodas; sucedeu, pois, que, ao sétimo dia, lho declarou, porquanto o importunava; então, ela declarou o enigma aos filhos do seu povo.
14.18 Disseram-lhe, pois, os homens daquela cidade, ao sétimo dia, antes de se pôr o sol: Que coisa há mais doce do que o mel? E que coisa há mais forte do que o leão? E ele lhes disse: Se vós não lavrásseis com a minha novilha, nunca teríeis descoberto o meu enigma.
14.19 Então, o Espírito do SENHOR tão possantemente se apossou dele, que desceu aos asquelonitas, e matou deles trinta homens, e tomou as suas vestes, e deu as mudas de vestes aos que declararam o enigma; porém acendeu-se a sua ira, e subiu à casa de seu pai.
14.20 E a mulher de Sansão foi dada ao seu companheiro, que o acompanhava.
15.1 E aconteceu, depois de alguns dias, que na sega do trigo Sansão visitou a sua mulher com um cabrito e disse: Entrarei na câmara à minha mulher. Porém o pai dela não o deixou entrar.
15.2 Porque disse seu pai: Por certo dizia eu que de todo a aborrecias; de sorte que a dei ao teu companheiro; porém não é sua irmã mais nova mais formosa do que ela? Toma-a, pois, em seu lugar.
15.3 Então, Sansão disse acerca deles: Inocente sou esta vez para com os filisteus, quando lhes fizer algum mal.
15.4 E foi Sansão, e tomou trezentas raposas, e, tomando tições, as virou cauda a cauda, e lhes pôs um tição no meio de cada duas caudas.
15.5 E chegou fogo aos tições, e largou-as na seara dos filisteus, e assim abrasou os molhos com a sega do trigo e as vinhas com os olivais.
15.6 Então, disseram os filisteus: Quem fez isto? E disseram: Sansão, o genro do timnita, porque lhe tomou a sua mulher e a deu a seu companheiro. Então, subiram os filisteus e queimaram a ela e a seu pai.
15.7 Então, lhes disse Sansão: Assim o havíeis de fazer? Pois, havendo-me vingado eu de vós, então, cessarei.
15.8 E feriu-os com grande ferimento, perna juntamente com coxa; e desceu e habitou no cume da rocha de Etã.
15.9 Então, os filisteus subiram, e acamparam-se contra Judá, e estenderam-se por Leí.
15.10 E disseram os homens de Judá: Por que subistes contra nós? E eles disseram: Subimos para amarrar Sansão, para lhe fazer a ele como ele nos fez a nós.
15.11 Então, três mil homens de Judá desceram até à cova da rocha de Etã e disseram a Sansão: Não sabias tu que os filisteus dominam sobre nós? Por que, pois, nos fizeste isto? E ele lhes disse: Assim como eles me fizeram a mim, eu lhes fiz a eles.
15.12 E disseram-lhe: Descemos para te amarrar, para te entregar nas mãos dos filisteus. Então, Sansão lhes disse: Jurai-me que vós mesmos me não acometereis.
15.13 E eles lhe falaram, dizendo: Não, mas fortemente te amarraremos e te entregaremos na sua mão; porém, de maneira nenhuma, te mataremos. E amarraram-no com duas cordas novas e fizeram-no subir da rocha.
15.14 E, vindo ele a Leí, os filisteus lhe saíram ao encontro, jubilando; porém o Espírito do SENHOR possantemente se apossou dele, e as cordas que ele tinha nos braços se tornaram como fios de linho que estão queimados, e as suas amarraduras se desfizeram das suas mãos.
15.15 E achou uma queixada fresca de um jumento, e estendeu a sua mão, e tomou-a, e feriu com ela mil homens.
15.16 Então, disse Sansão: Com uma queixada de jumento um montão, dois montões; com uma queixada de jumento feri a mil homens.
15.17 E aconteceu que, acabando ele de falar, lançou a queixada da sua mão e chamou àquele lugar Ramate-Leí.
15.18 E, como tivesse grande sede, clamou ao SENHOR e disse: Pela mão do teu servo tu deste esta grande salvação; morrerei eu, pois, agora de sede e cairei na mão destes incircuncisos?
15.19 Então, o SENHOR fendeu a caverna que estava em Leí; e saiu dela água, e bebeu; e o seu espírito tornou, e reviveu; pelo que chamou o seu nome: A Fonte Do Que Clama, a qual está em Leí até ao dia de hoje.
15.20 E julgou a Israel, nos dias dos filisteus, vinte anos.
Provérbios
18.1 Busca seu próprio desejo aquele que se separa; ele insurge-se contra a verdadeira sabedoria.
18.2 Não toma prazer o tolo no entendimento, senão em que se descubra o seu coração.
18.3 Vindo o ímpio, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha.
18.4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e ribeiro transbordante é a fonte da sabedoria.
18.5 Não é bom ter respeito à pessoa do ímpio, para derribar o justo em juízo.
18.6 Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites.
18.7 A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma.
18.8 As palavras do linguareiro são como doces bocados, e elas descem ao íntimo do ventre.
18.9 Também o negligente na sua obra é irmão do desperdiçador.
18.10 Torre forte é o nome do SENHOR; para ela correrá o justo e estará em alto retiro.
18.11 A fazenda do rico é sua cidade forte e, como um muro alto, na sua imaginação.
18.12 Antes de ser quebrantado, eleva-se o coração do homem; e, diante da honra, vai a humildade.
18.13 Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha.
18.14 O espírito do homem aliviará a sua enfermidade, mas ao espírito abatido, quem o levantará?
18.15 O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a ciência.
18.16 O presente do homem alarga-lhe o caminho e leva-o à presença dos grandes.
18.17 O que primeiro começa o seu pleito justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina.
18.18 A sorte faz cessar os pleitos e faz separação entre os poderosos.
18.19 O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio.
18.20 Do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios se fartará.
18.21 A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.
18.22 O que acha uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do SENHOR.
18.23 O pobre fala com rogos, mas o rico responde com durezas.
18.24 O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão.
Juízes
13.1 Os israelitas pecaram outra vez contra Deus, o SENHOR, e por isso ele deixou que sofressem quarenta anos nas mãos dos filisteus.
13.2 Havia um homem chamado Manoá, que era da cidade de Zora e pertencia à tribo de Dã. A sua mulher não podia ter filhos.
13.3 O Anjo do SENHOR apareceu a ela e disse: — Você não podia ter filhos e por isso nunca foi mãe. Mas agora você ficará grávida e terá um filho.
13.4 Não tome vinho nem cerveja e não coma nenhuma comida proibida
13.5 porque você ficará grávida e dará à luz um filho. Não corte nunca o cabelo dele, pois ele será consagrado a Deus como nazireu desde o dia do seu nascimento. Ele vai começar a livrar o povo de Israel do poder dos filisteus.
13.6 Então a mulher procurou o marido e disse: — Um homem de Deus falou comigo. Ele parecia um anjo de Deus, e isso me deixou apavorada. Eu não perguntei de onde ele vinha, e ele não me disse como se chamava.
13.7 Mas prometeu que eu ficarei grávida e que terei um filho. E mandou que eu não beba vinho nem cerveja e não coma nenhuma comida proibida, pois o menino será dedicado a Deus como nazireu por toda a vida.
13.8 Então Manoá orou ao SENHOR, dizendo: — Ó meu Deus, peço que mandes de volta o homem de Deus que enviaste, para ele nos dizer o que devemos fazer com o menino quando nascer.
13.9 Deus fez o que Manoá pediu: o Anjo apareceu de novo à sua mulher quando ela estava sentada no campo. E o marido não estava por perto.
13.10 Então ela correu depressa para o lugar onde ele estava e disse: — O homem que falou comigo outro dia apareceu novamente.
13.11 Manoá se levantou e seguiu a mulher. Foi até onde estava o homem e perguntou: — Você é o homem que falou com a minha mulher? — Sim! — respondeu ele.
13.12 Então Manoá disse: — Quando acontecer o que você falou, como é que o menino deverá agir? O que deverá fazer?
13.13 O Anjo do SENHOR respondeu: — A sua mulher deve fazer tudo o que eu já disse a ela.
13.14 Não vai comer nada que seja feito de uvas. Não vai tomar nem vinho nem cerveja e não vai comer nenhuma comida proibida. Ela deve fazer tudo o que eu disse.
13.15-16 Manoá não sabia que aquele era o Anjo do SENHOR. E disse: — Por favor, não vá embora ainda. Espere, que nós vamos cozinhar um cabrito para você. — Se eu ficar, não comerei a sua comida! — respondeu o Anjo. — Mas, se você quiser prepará-la, então queime-a como oferta ao SENHOR.
13.17 Manoá disse: — Qual é o seu nome? Nós precisamos saber para poder prestar-lhe uma homenagem quando acontecer aquilo que você disse.
13.18 — Por que você quer saber o meu nome? — perguntou o Anjo. — O meu nome é um mistério.
13.19 Então Manoá pegou o cabrito e cereais e os ofereceu numa pedra ao SENHOR, o Deus dos mistérios.
13.20 Enquanto as chamas subiam do altar, Manoá e a sua mulher viram o Anjo do SENHOR subir para o céu, no meio das chamas. Aí se ajoelharam e encostaram o rosto no chão.
13.21 Manoá e a sua mulher nunca mais viram o Anjo. E Manoá compreendeu que aquele homem era o Anjo do SENHOR.
13.22 Então disse à mulher: — Nós vamos morrer porque vimos Deus!
13.23 Porém ela respondeu: — Se o SENHOR nos quisesse matar, não teria aceitado nossas ofertas. Ele não nos teria mostrado tudo isso, nem falado todas essas coisas.
13.24 A mulher de Manoá deu à luz um filho e pôs nele o nome de Sansão. O menino cresceu, e o SENHOR o abençoou.
13.25 Sansão estava no campo de Dã, entre Zora e Estaol, quando começou a sentir que o Espírito do SENHOR o dirigia.
14.1 Sansão desceu até a cidade de Timna e ali viu uma moça filistéia.
14.2 Voltou para casa e disse ao seu pai e à sua mãe: — Eu vi em Timna uma jovem filistéia. Peçam essa moça para mim porque eu quero casar com ela.
14.3 Mas o seu pai e a sua mãe responderam: — Por que é que você foi procurar mulher no meio dos filisteus, aquela gente que não pratica a circuncisão? Será que você não podia achar mulher no meio dos nossos parentes ou entre o nosso povo? Mas Sansão disse ao seu pai: — É aquela a moça que eu quero. É dela que eu gosto.
14.4 O seu pai e a sua mãe não sabiam que era o SENHOR Deus que estava orientando Sansão para fazer aquilo. Deus estava procurando uma oportunidade para atacar os filisteus, que naquele tempo dominavam o povo de Israel.
14.5 Sansão desceu com os seus pais até a cidade de Timna. Quando estavam passando pelas plantações de uvas de Timna, um leão novo veio rugindo para cima dele.
14.6 Mas o Espírito do SENHOR fez com que Sansão ficasse forte. Com as suas próprias mãos, Sansão despedaçou o leão, como se fosse um cabrito. Porém não contou nem ao seu pai nem à sua mãe o que havia feito.
14.7 Então ele foi conversar com a moça e gostou dela.
14.8 Poucos dias depois Sansão voltou lá para casar com ela. Saiu da estrada para dar uma olhada no leão que havia matado. E ficou espantado ao ver um enxame de abelhas e mel dentro do corpo do animal morto.
14.9 Então tirou mel com as mãos e saiu comendo. Foi até onde estavam o seu pai e a sua mãe e lhes deu um pouco. E eles comeram. Porém Sansão não lhes contou que havia tirado o mel do corpo do leão.
14.10 O pai de Sansão foi à casa da moça, e Sansão deu um banquete ali, como era o costume dos moços.
14.11 Quando os filisteus o viram, trouxeram trinta rapazes para festejar com ele.
14.12-13 E Sansão lhes disse: — Eu tenho uma adivinhação para vocês. Aposto trinta túnicas de linho puro e trinta roupas finas que, antes de se passarem os sete dias da festa de casamento, vocês não me darão a resposta. Eles responderam: — Diga qual é a adivinhação.
14.14 Sansão disse: “Do que come saiu comida, e do forte saiu doçura.” Três dias depois eles ainda não haviam encontrado a resposta para a adivinhação.
14.15 No quarto dia disseram à mulher de Sansão: — Dê um jeito de fazer o seu marido dar a resposta da adivinhação. Se você não fizer isso, nós vamos pôr fogo na casa do seu pai e vamos queimar você junto. Vocês só nos convidaram para poder nos roubar, não foi?
14.16 Aí a mulher de Sansão lhe disse, chorando: — Você não me ama! Você me odeia! Você deu uma adivinhação aos meus amigos e não me contou a resposta! — Eu não contei nem para o meu pai nem para a minha mãe! — respondeu ele. — Por que acha que eu iria contar para você?
14.17 Então ela chorou durante os outros dias da festa. No sétimo dia, como a mulher não parava de insistir, ele disse a resposta. E ela contou aos seus amigos.
14.18 Assim, no sétimo dia, antes de anoitecer, os homens da cidade disseram a Sansão: “Que coisa é mais doce do que o mel? E o que é mais forte do que o leão?” Sansão respondeu: — Se vocês não tivessem conversado com a minha mulher, não saberiam agora a resposta.
14.19 Então o Espírito do SENHOR fez com que Sansão ficasse forte, e ele desceu até Asquelom e ali matou trinta homens. Tirou as roupas finas que eles vestiam e as deu aos rapazes que tinham respondido à adivinhação. Depois voltou para a casa do seu pai, furioso com o que havia acontecido.
14.20 E a mulher de Sansão foi dada ao homem que tinha sido o seu padrinho de casamento.
15.1 Algum tempo depois, durante a colheita do trigo, Sansão foi visitar a sua mulher e levou para ela um cabrito. E disse ao pai dela: — Quero entrar no quarto da minha mulher. Mas o pai não deixou
15.2 e respondeu: — Eu pensei que você a odiava, e por isso a dei em casamento ao seu amigo. Mas a irmã menor é ainda mais bonita. Se você quiser, pode ficar com ela.
15.3 Sansão disse: — Desta vez eu não sou responsável pelo que fizer com os filisteus.
15.4 Então caçou trezentas raposas, amarrou-as duas a duas pelos rabos e prendeu em cada par de rabos uma tocha.
15.5 Pôs fogo nas tochas e soltou as raposas nas plantações de trigo dos filisteus. E o fogo queimou não só o trigo que já havia sido colhido, mas também o que ainda estava nas plantações. Também os bosques de oliveiras foram queimados.
15.6 E os filisteus perguntaram: — Quem foi que fez isso? E ficaram sabendo que Sansão tinha feito aquilo porque o seu sogro havia tomado a mulher dele e dado ao seu amigo. Então os filisteus foram e queimaram viva a mulher de Sansão e a família dela.
15.7 Aí Sansão disse: — Então é assim que vocês fazem? Pois eu juro que não descansarei até que paguem por isso!
15.8 E atacou furiosamente, matando muitos deles. Depois saiu de lá e foi para a caverna da rocha de Etã.
15.9 Os filisteus foram, acamparam em Judá e atacaram a cidade de Leí.
15.10 Os homens de Judá perguntaram aos filisteus: — Por que foi que vocês nos atacaram? E eles responderam: — Viemos até aqui para prender Sansão e fazer com ele o mesmo que ele fez com a gente.
15.11 Então três mil homens de Judá foram falar com Sansão na caverna da rocha de Etã. E disseram: — Você não sabe que os filisteus mandam em nós? Por que você foi fazer aquilo? — Eu fiz com eles o que eles fizeram comigo! — respondeu Sansão.
15.12 — Nós viemos até aqui para amarrar e entregar você aos filisteus! — disseram eles. Sansão respondeu: — Prometam que vocês não me matarão.
15.13 — Prometemos! — disseram eles. — Nós vamos somente amarrar você e entregar aos filisteus. Não vamos matá-lo. Então o amarraram com duas cordas novas e o fizeram sair da caverna.
15.14 Quando Sansão chegou a Leí, os filisteus, gritando, vieram encontrá-lo. Mas o Espírito do SENHOR fez com que Sansão ficasse forte. E ele arrebentou as cordas que amarravam os seus braços e as suas mãos, como se fossem fios de linha queimados.
15.15 Encontrou por ali uma queixada de jumento que ainda não estava seca. Pegou a queixada e com ela matou mil homens.
15.16 Aí começou a cantar assim: “Com a queixada de um jumento, matei mil homens. Com a queixada de um jumento, fiz montões e montões de corpos.”
15.17 Depois jogou fora a queixada. E aquele lugar foi chamado de “monte da Queixada”.
15.18 Sansão ficou com muita sede e fez esta oração a Deus, o SENHOR: — Tu me deste esta grande vitória. Será que agora vais deixar que eu morra de sede e caia nas mãos desta gente que não pratica a circuncisão?
15.19 Então, na cidade de Leí, Deus abriu um buraco, e dele saiu água. Sansão bebeu daquela água e sentiu-se bem melhor. Aquela fonte foi chamada de En-Hacoré e existe até hoje.
15.20 Sansão governou o povo de Israel vinte anos, na época em que os filisteus dominavam aquela terra.
Provérbios
18.1 Quem não gosta de estar na companhia dos outros só está interessado em si mesmo e rejeita todos os bons conselhos.
18.2 O tolo não se interessa em aprender, mas só em dar as suas opiniões.
18.3 Os maus são desprezados, e quem suja o seu próprio nome passa vergonha.
18.4 A linguagem humana é profunda como o mar, e as palavras dos sábios são como os rios que nunca secam.
18.5 Não é certo dar razão ao culpado, deixando de fazer justiça ao inocente.
18.6 Quando o tolo começa uma discussão, o que ele está pedindo é uma surra.
18.7 Quando o tolo fala, ele causa a sua desgraça, pois acaba caindo na armadilha das suas próprias palavras.
18.8 Os mexericos são tão deliciosos! Como gostamos de saboreá-los!
18.9 O trabalhador relaxado é companheiro daquele que desperdiça.
18.10 O nome do SENHOR é como uma torre forte para onde as pessoas direitas vão e ficam em segurança.
18.11 O rico pensa que a sua riqueza o protege como as muralhas altas e fortes em volta de uma cidade.
18.12 A pessoa orgulhosa está a caminho da desgraça, mas a humilde é respeitada.
18.13 Quem responde antes de ouvir mostra que é tolo e passa vergonha.
18.14 A vontade de viver mantém a vida de um doente, mas, se ele desanima, não existe mais esperança.
18.15 A pessoa sábia está sempre ansiosa e pronta para aprender.
18.16 Você quer falar com alguém importante? Leve um presente, e será fácil.
18.17 Aquele que é o primeiro a fazer a sua defesa parece ter razão, mas só até que a outra pessoa comece a lhe fazer perguntas.
18.18 Quando os poderosos se enfrentam no tribunal, tirar a sorte com os dados sagrados pode resolver a questão.
18.19 É mais difícil ganhar de novo a amizade de um amigo ofendido do que conquistar uma fortaleza; as discussões estragam as amizades.
18.20 Você terá de agüentar as conseqüências de tudo o que disser.
18.21 O que você diz pode salvar ou destruir uma vida; portanto, use bem as suas palavras e você será recompensado.
18.22 Quem acha uma esposa encontra a felicidade: recebeu uma bênção de Deus, o SENHOR.
18.23 O pobre pede licença para falar, mas o rico responde com grosseria.
18.24 Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão.
Judges
13:1 And the children of Israel did evil again in the sight of the LORD; and the LORD delivered them into the hand of the Philistines forty years.
13:2 And there was a certain man of Zorah, of the family of the Danites, whose name [was] Manoah; and his wife [was] barren, and bare not.
13:3 And the angel of the LORD appeared unto the woman, and said unto her, Behold now, thou [art] barren, and bearest not: but thou shalt conceive, and bear a son.
13:4 Now therefore beware, I pray thee, and drink not wine nor strong drink, and eat not any unclean [thing]:
13:5 For, lo, thou shalt conceive, and bear a son; and no razor shall come on his head: for the child shall be a Nazarite unto God from the womb: and he shall begin to deliver Israel out of the hand of the Philistines.
13:6 Then the woman came and told her husband, saying, A man of God came unto me, and his countenance [was] like the countenance of an angel of God, very terrible: but I asked him not whence he [was], neither told he me his name:
13:7 But he said unto me, Behold, thou shalt conceive, and bear a son; and now drink no wine nor strong drink, neither eat any unclean [thing]: for the child shall be a Nazarite to God from the womb to the day of his death.
13:8 Then Manoah intreated the LORD, and said, O my Lord, let the man of God which thou didst send come again unto us, and teach us what we shall do unto the child that shall be born.
13:9 And God hearkened to the voice of Manoah; and the angel of God came again unto the woman as she sat in the field: but Manoah her husband [was] not with her.
13:10 And the woman made haste, and ran, and shewed her husband, and said unto him, Behold, the man hath appeared unto me, that came unto me the [other] day.
13:11 And Manoah arose, and went after his wife, and came to the man, and said unto him, [Art] thou the man that spakest unto the woman? And he said, I [am].
13:12 And Manoah said, Now let thy words come to pass. How shall we order the child, and [how] shall we do unto him?
13:13 And the angel of the LORD said unto Manoah, Of all that I said unto the woman let her beware.
13:14 She may not eat of any [thing] that cometh of the vine, neither let her drink wine or strong drink, nor eat any unclean [thing]: all that I commanded her let her observe.
13:15 And Manoah said unto the angel of the LORD, I pray thee, let us detain thee, until we shall have made ready a kid for thee.
13:16 And the angel of the LORD said unto Manoah, Though thou detain me, I will not eat of thy bread: and if thou wilt offer a burnt offering, thou must offer it unto the LORD. For Manoah knew not that he [was] an angel of the LORD.
13:17 And Manoah said unto the angel of the LORD, What [is] thy name, that when thy sayings come to pass we may do thee honour?
13:18 And the angel of the LORD said unto him, Why askest thou thus after my name, seeing it [is] secret?
13:19 So Manoah took a kid with a meat offering, and offered [it] upon a rock unto the LORD: and [the angel] did wondrously; and Manoah and his wife looked on.
13:20 For it came to pass, when the flame went up toward heaven from off the altar, that the angel of the LORD ascended in the flame of the altar. And Manoah and his wife looked on [it], and fell on their faces to the ground.
13:21 But the angel of the LORD did no more appear to Manoah and to his wife. Then Manoah knew that he [was] an angel of the LORD.
13:22 And Manoah said unto his wife, We shall surely die, because we have seen God.
13:23 But his wife said unto him, If the LORD were pleased to kill us, he would not have received a burnt offering and a meat offering at our hands, neither would he have shewed us all these [things], nor would as at this time have told us [such things] as these.
13:24 And the woman bare a son, and called his name Samson: and the child grew, and the LORD blessed him.
13:25 And the Spirit of the LORD began to move him at times in the camp of Dan between Zorah and Eshtaol.
14:1 And Samson went down to Timnath, and saw a woman in Timnath of the daughters of the Philistines.
14:2 And he came up, and told his father and his mother, and said, I have seen a woman in Timnath of the daughters of the Philistines: now therefore get her for me to wife.
14:3 Then his father and his mother said unto him, [Is there] never a woman among the daughters of thy brethren, or among all my people, that thou goest to take a wife of the uncircumcised Philistines? And Samson said unto his father, Get her for me; for she pleaseth me well.
14:4 But his father and his mother knew not that it [was] of the LORD, that he sought an occasion against the Philistines: for at that time the Philistines had dominion over Israel.
14:5 Then went Samson down, and his father and his mother, to Timnath, and came to the vineyards of Timnath: and, behold, a young lion roared against him.
14:6 And the Spirit of the LORD came mightily upon him, and he rent him as he would have rent a kid, and [he had] nothing in his hand: but he told not his father or his mother what he had done.
14:7 And he went down, and talked with the woman; and she pleased Samson well.
14:8 And after a time he returned to take her, and he turned aside to see the carcase of the lion: and, behold, [there was] a swarm of bees and honey in the carcase of the lion.
14:9 And he took thereof in his hands, and went on eating, and came to his father and mother, and he gave them, and they did eat: but he told not them that he had taken the honey out of the carcase of the lion.
14:10 So his father went down unto the woman: and Samson made there a feast; for so used the young men to do.
14:11 And it came to pass, when they saw him, that they brought thirty companions to be with him.
14:12 And Samson said unto them, I will now put forth a riddle unto you: if ye can certainly declare it me within the seven days of the feast, and find [it] out, then I will give you thirty sheets and thirty change of garments:
14:13 But if ye cannot declare [it] me, then shall ye give me thirty sheets and thirty change of garments. And they said unto him, Put forth thy riddle, that we may hear it.
14:14 And he said unto them, Out of the eater came forth meat, and out of the strong came forth sweetness. And they could not in three days expound the riddle.
14:15 And it came to pass on the seventh day, that they said unto Samson's wife, Entice thy husband, that he may declare unto us the riddle, lest we burn thee and thy father's house with fire: have ye called us to take that we have? [is it] not [so]?
14:16 And Samson's wife wept before him, and said, Thou dost but hate me, and lovest me not: thou hast put forth a riddle unto the children of my people, and hast not told [it] me. And he said unto her, Behold, I have not told [it] my father nor my mother, and shall I tell [it] thee?
14:17 And she wept before him the seven days, while their feast lasted: and it came to pass on the seventh day, that he told her, because she lay sore upon him: and she told the riddle to the children of her people.
14:18 And the men of the city said unto him on the seventh day before the sun went down, What [is] sweeter than honey? and what [is] stronger than a lion? And he said unto them, If ye had not plowed with my heifer, ye had not found out my riddle.
14:19 And the Spirit of the LORD came upon him, and he went down to Ashkelon, and slew thirty men of them, and took their spoil, and gave change of garments unto them which expounded the riddle. And his anger was kindled, and he went up to his father's house.
14:20 But Samson's wife was [given] to his companion, whom he had used as his friend.
15:1 But it came to pass within a while after, in the time of wheat harvest, that Samson visited his wife with a kid; and he said, I will go in to my wife into the chamber. But her father would not suffer him to go in.
15:2 And her father said, I verily thought that thou hadst utterly hated her; therefore I gave her to thy companion: [is] not her younger sister fairer than she? take her, I pray thee, instead of her.
15:3 And Samson said concerning them, Now shall I be more blameless than the Philistines, though I do them a displeasure.
15:4 And Samson went and caught three hundred foxes, and took firebrands, and turned tail to tail, and put a firebrand in the midst between two tails.
15:5 And when he had set the brands on fire, he let [them] go into the standing corn of the Philistines, and burnt up both the shocks, and also the standing corn, with the vineyards [and] olives.
15:6 Then the Philistines said, Who hath done this? And they answered, Samson, the son in law of the Timnite, because he had taken his wife, and given her to his companion. And the Philistines came up, and burnt her and her father with fire.
15:7 And Samson said unto them, Though ye have done this, yet will I be avenged of you, and after that I will cease.
15:8 And he smote them hip and thigh with a great slaughter: and he went down and dwelt in the top of the rock Etam.
15:9 Then the Philistines went up, and pitched in Judah, and spread themselves in Lehi.
15:10 And the men of Judah said, Why are ye come up against us? And they answered, To bind Samson are we come up, to do to him as he hath done to us.
15:11 Then three thousand men of Judah went to the top of the rock Etam, and said to Samson, Knowest thou not that the Philistines [are] rulers over us? what [is] this [that] thou hast done unto us? And he said unto them, As they did unto me, so have I done unto them.
15:12 And they said unto him, We are come down to bind thee, that we may deliver thee into the hand of the Philistines. And Samson said unto them, Swear unto me, that ye will not fall upon me yourselves.
15:13 And they spake unto him, saying, No; but we will bind thee fast, and deliver thee into their hand: but surely we will not kill thee. And they bound him with two new cords, and brought him up from the rock.
15:14 [And] when he came unto Lehi, the Philistines shouted against him: and the Spirit of the LORD came mightily upon him, and the cords that [were] upon his arms became as flax that was burnt with fire, and his bands loosed from off his hands.
15:15 And he found a new jawbone of an ass, and put forth his hand, and took it, and slew a thousand men therewith.
15:16 And Samson said, With the jawbone of an ass, heaps upon heaps, with the jaw of an ass have I slain a thousand men.
15:17 And it came to pass, when he had made an end of speaking, that he cast away the jawbone out of his hand, and called that place Ramathlehi.
15:18 And he was sore athirst, and called on the LORD, and said, Thou hast given this great deliverance into the hand of thy servant: and now shall I die for thirst, and fall into the hand of the uncircumcised?
15:19 But God clave an hollow place that [was] in the jaw, and there came water thereout; and when he had drunk, his spirit came again, and he revived: wherefore he called the name thereof Enhakkore, which [is] in Lehi unto this day.
15:20 And he judged Israel in the days of the Philistines twenty years.
Proverbs
18:1 Through desire a man, having separated himself, seeketh [and] intermeddleth with all wisdom.
18:2 A fool hath no delight in understanding, but that his heart may discover itself.
18:3 When the wicked cometh, [then] cometh also contempt, and with ignominy reproach.
18:4 The words of a man's mouth [are as] deep waters, [and] the wellspring of wisdom [as] a flowing brook.
18:5 [It is] not good to accept the person of the wicked, to overthrow the righteous in judgment.
18:6 A fool's lips enter into contention, and his mouth calleth for strokes.
18:7 A fool's mouth [is] his destruction, and his lips [are] the snare of his soul.
18:8 The words of a talebearer [are] as wounds, and they go down into the innermost parts of the belly.
18:9 He also that is slothful in his work is brother to him that is a great waster.
18:10 The name of the LORD [is] a strong tower: the righteous runneth into it, and is safe.
18:11 The rich man's wealth [is] his strong city, and as an high wall in his own conceit.
18:12 Before destruction the heart of man is haughty, and before honour [is] humility.
18:13 He that answereth a matter before he heareth [it], it [is] folly and shame unto him.
18:14 The spirit of a man will sustain his infirmity; but a wounded spirit who can bear?
18:15 The heart of the prudent getteth knowledge; and the ear of the wise seeketh knowledge.
18:16 A man's gift maketh room for him, and bringeth him before great men.
18:17 [He that is] first in his own cause [seemeth] just; but his neighbour cometh and searcheth him.
18:18 The lot causeth contentions to cease, and parteth between the mighty.
18:19 A brother offended [is harder to be won] than a strong city: and [their] contentions [are] like the bars of a castle.
18:20 A man's belly shall be satisfied with the fruit of his mouth; [and] with the increase of his lips shall he be filled.
18:21 Death and life [are] in the power of the tongue: and they that love it shall eat the fruit thereof.
18:22 [Whoso] findeth a wife findeth a good [thing], and obtaineth favour of the LORD.
18:23 The poor useth intreaties; but the rich answereth roughly.
18:24 A man [that hath] friends must shew himself friendly: and there is a friend [that] sticketh closer than a brother.
Jueces
13:1 Y LOS hijos de Israel tornaron á hacer lo malo en los ojos de Jehová; y Jehová los entregó en mano de los Filisteos, por cuarenta años.
13:2 Y había un hombre de Sora, de la tribu de Dan, el cual se llamaba Manoa; y su mujer era estéril, que nunca había parido.
13:3 A esta mujer apareció el ángel de Jehová, y díjole: He aquí que tú eres estéril, y no has parido: mas concebirás y parirás un hijo.
13:4 Ahora, pues, mira que ahora no bebas vino, ni sidra, ni comas cosa inmunda.
13:5 Porque tú te harás embarazada, y parirás un hijo: y no subirá navaja sobre su cabeza, porque aquel niño será Nazareo á Dios desde el vientre, y él comenzará á salvar á Israel de mano de los Filisteos.
13:6 Y la mujer vino y contólo á su marido, diciendo: Un varón de Dios vino á mí, cuyo aspecto era como el aspecto de un ángel de Dios, terrible en gran manera; y no le pregunté de dónde ni quién era, ni tampoco él me dijo su nombre.
13:7 Y díjome: He aquí que tú concebirás, y parirás un hijo: por tanto, ahora no bebas vino, ni sidra, ni comas cosa inmunda; porque este niño desde el vientre será Nazareo á Dios hasta el día de su muerte.
13:8 Entonces oró Manoa á Jehová, y dijo: Ah, Señor mío, yo te ruego que aquel varón de Dios que enviaste, torne ahora á venir á nosotros, y nos enseñe lo que hayamos de hacer con el niño que ha de nacer.
13:9 Y Dios oyó la voz de Manoa: y el ángel de Dios volvió otra vez á la mujer, estando ella en el campo; mas su marido Manoa no estaba con ella.
13:10 Y la mujer corrió prontamente, y noticiólo á su marido, diciéndole: Mira que se me ha aparecido aquel varón que vino á mí el otro día.
13:11 Y levantóse Manoa, y siguió á su mujer; y así que llegó al varón, díjole: ¿Eres tú aquel varón que hablaste á la mujer? Y él dijo: Yo soy.
13:12 Entonces Manoa dijo: Cúmplase pues tu palabra. ¿Qué orden se tendrá con el niño, y qué ha de hacer?
13:13 Y el ángel de Jehová respondió á Manoa: La mujer se guardará de todas las cosas que yo le dije:
13:14 Ella no comerá cosa que proceda de vid que da vino; no beberá vino ni sidra, y no comerá cosa inmunda: ha de guardar todo lo que le mandé.
13:15 Entonces Manoa dijo al ángel de Jehová: Ruégote permitas que te detengamos, y aderezaremos un cabrito que poner delante de ti.
13:16 Y el ángel de Jehová respondió á Manoa: Aunque me detengas no comeré de tu pan: mas si quisieres hacer holocausto, sacrifícalo á Jehová. Y no sabía Manoa que aquél fuese ángel de Jehová.
13:17 Entonces dijo Manoa al ángel de Jehová: ¿Cómo es tu nombre, para que cuando se cumpliere tu palabra te honremos?
13:18 Y el ángel de Jehová respondió: ¿Por qué preguntas por mi nombre, que es oculto?
13:19 Y Manoa tomó un cabrito de las cabras y un presente, y sacrificólo sobre una peña á Jehová: y el ángel hizo milagro á vista de Manoa y de su mujer.
13:20 Porque aconteció que como la llama subía del altar hacia el cielo, el ángel de Jehová subió en la llama del altar á vista de Manoa y de su mujer, los cuales se postraron en tierra sobre sus rostros.
13:21 Y el ángel de Jehová no tornó á aparecer á Manoa ni á su mujer. Entonces conoció Manoa que era el ángel de Jehová.
13:22 Y dijo Manoa á su mujer: Ciertamente moriremos, porque á Dios hemos visto.
13:23 Y su mujer le respondió: Si Jehová nos quisiera matar, no tomara de nuestras manos el holocausto y el presente, ni nos hubiera mostrado todas estas cosas, ni en tal tiempo nos habría anunciado esto.
13:24 Y la mujer parió un hijo, y llamóle por nombre Samsón. Y el niño creció, y Jehová lo bendijo.
13:25 Y el espíritu de Jehová comenzó á manifestarse en él en los campamentos de Dan, entre Sora y Esthaol.
14:1 Y DESCENDIENDO Samsón á Timnah, vió en Timnah una mujer de las hijas de los Filisteos.
14:2 Y subió, y declarólo á su padre y á su madre, diciendo: Yo he visto en Timnah una mujer de las hijas de los Filisteos: ruégoos que me la toméis por mujer.
14:3 Y su padre y su madre le dijeron: ¿No hay mujer entre las hijas de tus hermanos, ni en todo mi pueblo, para que vayas tú á tomar mujer de los Filisteos incircuncisos? Y Samsón respondió á su padre: Tómamela por mujer, porque ésta agradó á mis ojos.
14:4 Mas su padre y su madre no sabían que esto venía de Jehová, y que él buscaba ocasión contra los Filisteos: porque en aquel tiempo los Filisteos dominaban sobre Israel.
14:5 Y Samsón descendió con su padre y con su madre á Timnah: y como llegaron á las viñas de Timnah, he aquí un cachorro de león que venía bramando hacia él.
14:6 Y el espíritu de Jehová cayó sobre él, y despedazólo como quien despedaza un cabrito, sin tener nada en su mano: y no dió á entender á su padre ni á su madre lo que había hecho.
14:7 Vino pues, y habló á la mujer que había agradado á Samsón.
14:8 Y volviendo después de algunos días para tomarla, apartóse para ver el cuerpo muerto del león, y he aquí en el cuerpo del león un enjambre de abejas, y un panal de miel.
14:9 Y tomándolo en sus manos, fuése comiéndolo por el camino: y llegado que hubo á su padre y á su madre, dióles también á ellos que comiesen; mas no les descubrió que había tomado aquella miel del cuerpo del león.
14:10 Vino pues su padre á la mujer, y Samsón hizo allí banquete; porque así solían hacer los mancebos.
14:11 Y como ellos le vieron, tomaron treinta compañeros que estuviesen con él;
14:12 A los cuales Samsón dijo: Yo os propondré ahora un enigma, el cual si en los siete días del banquete vosotros me declarareis y descubriereis, yo os daré treinta sábanas y treinta mudas de vestidos.
14:13 Mas si no me lo supiereis declarar, vosotros me daréis las treinta sábanas y las treinta mudas de vestidos. Y ellos respondieron: Propónnos tu enigma, y lo oiremos.
14:14 Entonces les dijo: Del comedor salió comida, Y del fuerte salió dulzura. Y ellos no pudieron declararle el enigma en tres días.
14:15 Y al séptimo día dijeron á la mujer de Samsón: Induce á tu marido á que nos declare este enigma, porque no te quememos á ti y á la casa de tu padre. ¿Habéisnos llamado aquí para poseernos?
14:16 Y lloró la mujer de Samsón delante de él, y dijo: Solamente me aborreces y no me amas, pues que no me declaras el enigma que propusiste á los hijos de mi pueblo. Y él respondió: He aquí que ni á mi padre ni á mi madre lo he declarado; y ¿habíalo de declarar á ti?
14:17 Y ella lloró delante de él los siete días que ellos tuvieron banquete: mas al séptimo día él se lo declaró, porque le constriñó; y ella lo declaró á los hijos de su pueblo.
14:18 Y al séptimo día, antes que el sol se pusiese, los de la ciudad le dijeron: ¿Qué cosa más dulce que la miel? ¿Y qué cosa más fuerte que el león? Si no araseis con mi novilla, Nunca hubierais descubierto mi enigma.
14:19 Y el espíritu de Jehová cayó sobre él, y descendió á Ascalón, é hirió treinta hombres de ellos; y tomando sus despojos, dió las mudas de vestidos á los que habían explicado el enigma: y encendido en enojo fuése á casa de su padre.
14:20 Y la mujer de Samsón fué dada á su compañero, con el cual él antes se acompañaba.
15:1 Y ACONTECIÓ después de días, que en el tiempo de la siega del trigo, Samsón visitó á su mujer con un cabrito, diciendo: Entraré á mi mujer á la cámara. Mas el padre de ella no lo dejó entrar.
15:2 Y dijo el padre de ella: Persuadíme que la aborrecías, y díla á tu compañero. Mas su hermana menor, ¿no es más hermosa que ella? tómala, pues, en su lugar.
15:3 Y Samsón les repondió: Yo seré sin culpa esta vez para con los Filisteos, si mal les hiciere.
15:4 Y fué Samsón y cogió trescientas zorras, y tomando teas, y trabando aquéllas por las colas, puso entre cada dos colas una tea.
15:5 Después, encendiendo las teas, echó las zorras en los sembrados de los Filisteos, y quemó hacinas y mieses, y viñas y olivares.
15:6 Y dijeron los Filisteos: ¿Quién hizo esto? Y fuéles dicho: Samsón, el yerno del Timnateo, porque le quitó su mujer y la dió á su compañero. Y vinieron los Filisteos, y quemaron á fuego á ella y á su padre.
15:7 Entonces Samsón les dijo: ¿Así lo habíais de hacer? mas yo me vengaré de vosotros, y después cesaré.
15:8 E hiriólos pierna y muslo con gran mortandad; y descendió, y fijóse en la cueva de la peña de Etam.
15:9 Y los Filisteos subieron y pusieron campo en Judá, y tendiéronse por Lehi.
15:10 Y los varones de Judá les dijeron: ¿Por qué habéis subido contra nosotros? Y ellos respondieron: A prender á Samsón hemos subido, para hacerle como él nos ha hecho.
15:11 Y vinieron tres mil hombres de Judá á la cueva de la peña de Etam, y dijeron á Samsón: ¿No sabes tú que los Filisteos dominan sobre nosotros? ¿por qué nos has hecho esto? Y él les respondió: Yo les he hecho como ellos me hicieron.
15:12 Ellos entonces le dijeron: Nosotros hemos venido para prenderte, y entregarte en mano de los Filisteos. Y Samsón les respondió: Juradme que vosotros no me mataréis.
15:13 Y ellos le respondieron, diciendo: No, solamente te prenderemos, y te entregaremos en sus manos; mas no te mataremos. Entonces le ataron con dos cuerdas nuevas, é hiciéronle venir de la peña.
15:14 Y así que vino hasta Lehi, los Filisteos le salieron á recibir con algazara: y el espíritu de Jehová cayó sobre él, y las cuerdas que estaban en sus brazos se tornaron como lino quemado con fuego, y las ataduras se cayeron de sus manos.
15:15 Y hallando una quijada de asno fresca, extendió la mano y tomóla, é hirió con ella á mil hombres.
15:16 Entonces Samsón dijo: Con la quijada de un asno, un montón, dos montones; Con la quijada de un asno herí mil hombres.
15:17 Y acabando de hablar, echó de su mano la quijada, y llamó á aquel lugar Ramath-lehi.
15:18 Y teniendo gran sed, clamó luego á Jehová, y dijo: Tú has dado esta gran salud por mano de tu siervo: ¿y moriré yo ahora de sed, y caeré en mano de los incircuncisos?
15:19 Entonces quebró Dios una muela que estaba en la quijada, y salieron de allí aguas, y bebió, y recobró su espíritu, y reanimóse. Por tanto llamó su nombre de aquel lugar, En-haccore, el cual es en Lehi, hasta hoy.
15:20 Y juzgó á Israel en días de los Filisteos veinte años.
Proverbs
18:1 SEGÚN su antojo busca el que se desvía, Y se entremete en todo negocio.
18:2 No toma placer el necio en la inteligencia, Sino en lo que su corazón se descubre.
18:3 Cuando viene el impío, viene también el menosprecio, Y con el deshonrador la afrenta.
18:4 Aguas profundas son las palabras de la boca del hombre; Y arroyo revertiente, la fuente de la sabiduría.
18:5 Tener respeto á la persona del impío, Para hacer caer al justo de su derecho, no es bueno.
18:6 Los labios del necio vienen con pleito; Y su boca á cuestiones llama.
18:7 La boca del necio es quebrantamiento para sí, Y sus labios son lazos para su alma.
18:8 Las palabras del chismoso parecen blandas, Y descienden hasta lo íntimo del vientre.
18:9 También el que es negligente en su obra Es hermano del hombre disipador.
18:10 Torre fuerte es el nombre de Jehová: A él correrá el justo, y será levantado.
18:11 Las riquezas del rico son la ciudad de su fortaleza, Y como un muro alto en su imaginación.
18:12 Antes del quebrantamiento se eleva el corazón del hombre, Y antes de la honra es el abatimiento.
18:13 El que responde palabra antes de oir, Le es fatuidad y oprobio.
18:14 El ánimo del hombre soportará su enfermedad: Mas ¿quién soportará al ánimo angustiado?
18:15 El corazón del entendido adquiere sabiduría; Y el oído de los sabios busca la ciencia.
18:16 El presente del hombre le ensancha el camino, Y le lleva delante de los grandes.
18:17 El primero en su propia causa parece justo; Y su adversario viene, y le sondea.
18:18 La suerte pone fin á los pleitos, Y desparte los fuertes.
18:19 El hermano ofendido es más tenaz que una ciudad fuerte: Y las contiendas de los hermanos son como cerrojos de alcázar.
18:20 Del fruto de la boca del hombre se hartará su vientre; Hartaráse del producto de sus labios.
18:21 La muerte y la vida están en poder de la lengua; Y el que la ama comerá de sus frutos.
18:22 El que halló esposa halló el bien, Y alcanzó la benevolencia de Jehová.
18:23 El pobre habla con ruegos; Mas el rico responde durezas.
18:24 El hombre que tiene amigos, ha de mostrarse amigo: Y amigo hay más conjunto que el hermano.
A leitura bíblica de hoje encontra-se em Juízes 10-12 e Salmos 71.
Juízes
10.1 E, depois de Abimeleque, se levantou, para livrar a Israel, Tola, filho de Puá, filho de Dodô, homem de Issacar; e habitava em Samir, na montanha de Efraim.
10.2 E julgou a Israel vinte e três anos; e morreu e foi sepultado em Samir.
10.3 E, depois dele, se levantou Jair, gileadita, e julgou a Israel vinte e dois anos.
10.4 E tinha este trinta filhos, que cavalgavam sobre trinta jumentos; e tinham trinta cidades, a que chamaram Havote-Jair até ao dia de hoje; as quais estão na terra de Gileade.
10.5 E morreu Jair e foi sepultado em Camom.
10.6 Então, tornaram os filhos de Israel a fazer o que parecia mal aos olhos do SENHOR e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus; e deixaram o SENHOR e não o serviram.
10.7 E a ira do SENHOR se acendeu contra Israel, e vendeu-o em mão dos filisteus e em mão dos filhos de Amom.
10.8 E, naquele mesmo ano, oprimiram e vexaram aos filhos de Israel; dezoito anos oprimiram todos os filhos de Israel que estavam dalém do Jordão, na terra dos amorreus, que está em Gileade.
10.9 Até os filhos de Amom passaram o Jordão, para pelejar também contra Judá, e contra Benjamim, e contra a casa de Efraim; de maneira que Israel ficou mui angustiado.
10.10 Então, os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, dizendo: Contra ti havemos pecado, porque deixamos o nosso Deus e servimos aos baalins.
10.11 Porém o SENHOR disse aos filhos de Israel: Porventura, dos egípcios, e dos amorreus, e dos filhos de Amom, e dos filisteus,
10.12 e dos sidônios, e dos amalequitas, e dos maonitas, que vos oprimiam, quando a mim clamastes, não vos livrei eu então da sua mão?
10.13 Contudo, vós me deixastes a mim e servistes a outros deuses; pelo que não vos livrarei mais.
10.14 Andai e clamai aos deuses que escolhestes; que vos livrem eles no tempo do vosso aperto.
10.15 Mas os filhos de Israel disseram ao SENHOR: Pecamos; faze-nos conforme tudo quanto te parecer bem aos teus olhos; tão-somente te rogamos que nos livres neste dia.
10.16 E tiraram os deuses alheios do meio de si e serviram ao SENHOR; então, se angustiou a sua alma por causa da desgraça de Israel.
10.17 E os filhos de Amom se convocaram e se puseram em campo em Gileade; e também os de Israel se congregaram e se puseram em campo em Mispa.
10.18 Então, o povo, os príncipes de Gileade disseram uns aos outros: Quem será o varão que começará a pelejar contra os filhos de Amom? Ele será por cabeça de todos os moradores de Gileade.
11.1 Era, então, Jefté, o gileadita, valente e valoroso, porém filho de uma prostituta; mas Gileade gerara a Jefté.
11.2 Também a mulher de Gileade lhe deu filhos, e, sendo os filhos desta mulher já grandes, repeliram a Jefté e lhe disseram: Não herdarás em casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher.
11.3 Então, Jefté fugiu de diante de seus irmãos e habitou na terra de Tobe; e homens levianos se ajuntaram com Jefté e saíam com ele.
11.4 E aconteceu que, depois de alguns dias, os filhos de Amom pelejaram contra Israel.
11.5 Aconteceu, pois, que, como os filhos de Amom pelejassem contra Israel, foram os anciãos de Gileade buscar Jefté na terra de Tobe.
11.6 E disseram a Jefté: Vem e sê-nos por cabeça, para que combatamos contra os filhos de Amom.
11.7 Porém Jefté disse aos anciãos de Gileade: Porventura, não me aborrecestes a mim e não me repelistes da casa de meu pai? Por que, pois, agora viestes a mim, quando estais em aperto?
11.8 E disseram os anciãos de Gileade a Jefté: Por isso mesmo tornamos a ti, para que venhas conosco, e combatas contra os filhos de Amom, e nos sejas por cabeça sobre todos os moradores de Gileade.
11.9 Então, Jefté disse aos anciãos de Gileade: Se me tornardes a levar para combater contra os filhos de Amom, e o SENHOR mos der diante de mim, então, eu vos serei por cabeça?
11.10 E disseram os anciãos de Gileade a Jefté: O SENHOR será testemunha entre nós, e assim o faremos conforme a tua palavra.
11.11 Assim, Jefté foi com os anciãos de Gileade, e o povo o pôs por cabeça e príncipe sobre si; e Jefté falou todas as suas palavras perante o SENHOR, em Mispa.
11.12 E enviou Jefté mensageiros ao rei dos filhos de Amom, dizendo: Que há entre mim e ti, que vieste a mim a pelejar contra a minha terra?
11.13 E disse o rei dos filhos de Amom aos mensageiros de Jefté: Porquanto, saindo Israel do Egito, tomou a minha terra, desde Arnom até Jaboque e ainda até ao Jordão; torna-ma, pois, agora em paz.
11.14 Porém Jefté prosseguiu ainda em enviar mensageiros ao rei dos filhos de Amom,
11.15 dizendo-lhe: Assim diz Jefté: Israel não tomou nem a terra dos moabitas nem a terra dos filhos de Amom;
11.16 porque, subindo Israel do Egito, andou pelo deserto até ao mar Vermelho e chegou até Cades.
11.17 E Israel enviou mensageiros ao rei dos edomitas, dizendo: Rogo-te que me deixes passar pela tua terra. Porém o rei dos edomitas não lhe deu ouvidos. Enviou Israel também ao rei dos moabitas, o qual também não quis; e, assim, Israel ficou em Cades.
11.18 Depois, andou pelo deserto, e rodeou a terra dos edomitas e a terra dos moabitas, e veio do nascente do sol à terra dos moabitas, e alojou-se dalém de Arnom; porém não entrou nos limites dos moabitas, porque Arnom é limite dos moabitas.
11.19 Mas Israel enviou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, rei de Hesbom; e disse-lhe Israel: Deixa-nos, peço-te, passar pela tua terra até ao meu lugar.
11.20 Porém Seom não se fiou em Israel para este passar nos seus limites; antes, Seom ajuntou todo o seu povo, e se acampou em Jaza, e combateu contra Israel.
11.21 E o SENHOR, Deus de Israel, deu a Seom com todo o seu povo na mão de Israel, e os feriram; e Israel tomou por herança toda a terra dos amorreus que habitavam naquela terra.
11.22 E por herança tomaram todos os limites dos amorreus, desde Arnom até Jaboque e desde o deserto até ao Jordão.
11.23 Assim, o SENHOR, Deus de Israel, desapossou os amorreus de diante do seu povo de Israel; e os possuirias tu?
11.24 Não possuirias tu aquele que Quemos, teu deus, desapossasse de diante de ti? Assim possuiremos nós todos quantos o SENHOR, nosso Deus, desapossar de diante de nós.
11.25 Agora, pois, és tu ainda melhor do que Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas? Porventura, contendeu ele em algum tempo com Israel ou pelejou alguma vez contra ele?
11.26 Enquanto Israel habitou trezentos anos em Hesbom e nas suas vilas, e em Aroer e nas suas vilas, e em todas as cidades que estão ao longo de Arnom, por que o não recuperaste naquele tempo?
11.27 Tampouco pequei eu contra ti! Porém tu usas mal comigo em pelejar contra mim; o SENHOR, que é juiz, julgue hoje entre os filhos de Israel e entre os filhos de Amom.
11.28 Porém o rei dos filhos de Amom não deu ouvidos às palavras que Jefté lhe enviou.
11.29 Então, o Espírito do SENHOR veio sobre Jefté, e atravessou ele por Gileade e Manassés; porque passou até Mispa de Gileade e de Mispa de Gileade passou até aos filhos de Amom.
11.30 E Jefté fez um voto ao SENHOR e disse: Se totalmente deres os filhos de Amom na minha mão,
11.31 aquilo que, saindo da porta de minha casa, me sair ao encontro, voltando eu dos filhos de Amom em paz, isso será do SENHOR, e o oferecerei em holocausto.
11.32 Assim, Jefté passou aos filhos de Amom, a combater contra eles; e o SENHOR os deu na sua mão.
11.33 E os feriu com grande mortandade, desde Aroer até chegar a Minite, vinte cidades, e até Abel-Queramim; assim foram subjugados os filhos de Amom diante dos filhos de Israel.
11.34 Vindo, pois, Jefté a Mispa, à sua casa, eis que a sua filha lhe saiu ao encontro com adufes e com danças; e era ela só, a única; não tinha outro filho nem filha.
11.35 E aconteceu que, quando a viu, rasgou as suas vestes e disse: Ah! Filha minha, muito me abateste e és dentre os que me turbam! Porque eu abri a minha boca ao SENHOR e não tornarei atrás.
11.36 E ela lhe disse: Pai meu, abriste tu a tua boca ao SENHOR; faze de mim como saiu da tua boca, pois o SENHOR te vingou dos teus inimigos, os filhos de Amom.
11.37 Disse mais a seu pai: Faze-me isto: deixa-me por dois meses que vá, e desça pelos montes, e chore a minha virgindade, eu e as minhas companheiras.
11.38 E disse ele: Vai. E deixou-a ir por dois meses. Então, foi-se ela com as suas companheiras e chorou a sua virgindade pelos montes.
11.39 E sucedeu que, ao fim de dois meses, tornou ela para seu pai, o qual cumpriu nela o seu voto que tinha feito; e ela não conheceu varão. E daqui veio o costume em Israel,
11.40 que as filhas de Israel iam de ano em ano a lamentar a filha de Jefté, o gileadita, por quatro dias no ano.
12.1 Então, se convocaram os homens de Efraim, e passaram para o norte, e disseram a Jefté: Por que passaste a combater contra os filhos de Amom e não nos chamaste para ir contigo? Queimaremos a fogo a tua casa contigo.
12.2 E Jefté lhes disse: Eu e o meu povo tivemos grande contenda com os filhos de Amom; e chamei-vos, e não me livrastes da sua mão.
12.3 E, vendo eu que me não livráveis, pus a minha alma na minha mão e passei aos filhos de Amom, e o SENHOR mos entregou nas mãos; por que, pois, subistes vós hoje contra mim, para combater contra mim?
12.4 E ajuntou Jefté a todos os homens de Gileade e combateu com Efraim, e os homens de Gileade feriram a Efraim; porque, estando os gileaditas entre Efraim e Manassés, disseram: Fugitivos sois de Efraim.
12.5 Porém tomaram os gileaditas aos efraimitas os vaus do Jordão; e sucedeu que, quando os fugitivos de Efraim diziam: Passarei; então, os homens de Gileade lhes diziam: És tu efraimita? E dizendo ele: Não;
12.6 então, lhe diziam: Dize, pois, chibolete; porém ele dizia: sibolete, porque o não podia pronunciar assim bem; então, pegavam dele e o degolavam nos vaus do Jordão; e caíram de Efraim, naquele tempo, quarenta e dois mil.
12.7 E Jefté julgou a Israel seis anos; e Jefté, o gileadita, faleceu e foi sepultado nas cidades de Gileade.
12.8 E, depois dele, julgou a Israel Ibsã, de Belém.
12.9 E tinha este trinta filhos; e pôs fora trinta filhas; e trinta filhas trouxe de fora para seus filhos; e julgou a Israel sete anos.
12.10 Então, faleceu Ibsã e foi sepultado em Belém.
12.11 E, depois dele, julgou a Israel Elom, o zebulonita; e julgou a Israel dez anos.
12.12 E faleceu Elom, o zebulonita, e foi sepultado em Aijalom, na terra de Zebulom.
12.13 E, depois dele, julgou a Israel Abdom, filho de Hilel, o piratonita.
12.14 E tinha este quarenta filhos e trinta filhos de filhos, que cavalgavam sobre setenta jumentos; e julgou a Israel oito anos.
12.15 Então faleceu Abdom, filho de Hilel, o piratonita, e foi sepultado em Piratom, na terra de Efraim, no monte dos amalequitas.
Salmos
71.1 Em ti, SENHOR, confio; nunca seja eu confundido.
71.2 Livra-me na tua justiça e faze que eu escape; inclina os teus ouvidos para mim e salva-me.
71.3 Sê tu a minha habitação forte, à qual possa recorrer continuamente; deste um mandamento que me salva, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
71.4 Livra-me, meu Deus, das mãos do ímpio, das mãos do homem injusto e cruel,
71.5 pois tu és a minha esperança, SENHOR Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.
71.6 Por ti tenho sido sustentado desde o ventre; tu és aquele que me tiraste do ventre de minha mãe; o meu louvor será para ti constantemente.
71.7 Sou como um prodígio para muitos, mas tu és o meu refúgio forte.
71.8 Encha-se a minha boca do teu louvor e da tua glória todo o dia.
71.9 Não me rejeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se for acabando a minha força.
71.10 Porque os meus inimigos falam contra mim, e os que espiam a minha alma consultam juntos,
71.11 dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
71.12 Ó Deus, não te alongues de mim; meu Deus, apressa-te em ajudar-me.
71.13 Sejam confundidos e consumidos os que são adversários da minha alma; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal.
71.14 Mas eu esperarei continuamente e te louvarei cada vez mais.
71.15 A minha boca relatará as bênçãos da tua justiça e da tua salvação todo o dia, posto que não conheça o seu número.
71.16 Sairei na força do SENHOR Deus; farei menção da tua justiça, e só dela.
71.17 Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas.
71.18 Agora, também, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros.
71.19 Também a tua justiça, ó Deus, está muito alta, pois fizeste grandes coisas; ó Deus, quem é semelhante a ti?
71.20 Tu, que me tens feito ver muitos males e angústias, me darás ainda a vida e me tirarás dos abismos da terra.
71.21 Aumentarás a minha grandeza e de novo me consolarás.
71.22 Também eu te louvarei com o saltério, bem como à tua verdade, ó meu Deus; cantar-te-ei com a harpa, ó Santo de Israel.
71.23 Os meus lábios exultarão quando eu te cantar, assim como a minha alma que tu remiste.
71.24 A minha língua falará da tua justiça todo o dia; pois estão confundidos e envergonhados aqueles que procuram o meu mal.
Juízes
10.1 Depois de Abimeleque, Tolá, filho de Puá e neto de Dodo, veio libertar o povo de Israel. Ele era da tribo de Issacar e morava na cidade de Samir, na região montanhosa de Efraim.
10.2 Tolá foi líder de Israel durante vinte e três anos. Depois morreu e foi sepultado em Samir.
10.3 Em seguida apareceu Jair, da terra de Gileade. Jair foi líder de Israel durante vinte e dois anos.
10.4 Ele tinha trinta filhos, que montavam trinta jumentos. Os seus filhos tinham trinta cidades na região de Gileade. Elas são chamadas até hoje de “cidades de Jair”.
10.5 Jair morreu e foi sepultado em Camom.
10.6 E mais uma vez os israelitas pecaram contra Deus, o SENHOR. Adoraram o deus Baal de várias cidades, a deusa Astarote e também os deuses da Síria, de Sidom, de Moabe, de Amom e dos filisteus. Eles abandonaram o SENHOR e deixaram de adorá-lo.
10.7 Então ele ficou muito irado com os israelitas e deixou que sofressem nas mãos dos filisteus e dos amonitas.
10.8 Naquele mesmo ano eles derrotaram os israelitas e os escravizaram. Durante dezoito anos eles escravizaram todos os israelitas que viviam em Gileade, a leste do rio Jordão, na terra dos amorreus.
10.9 Os amonitas também atravessaram o rio Jordão para lutar contra as tribos de Judá, de Benjamim e de Efraim. E assim Israel passava por uma grande aflição.
10.10 Então os israelitas pediram socorro a Deus, o SENHOR, orando assim: — Nosso Deus, nós pecamos contra ti porque te deixamos e adoramos os deuses dos cananeus.
10.11 E o SENHOR respondeu: — No passado os egípcios, os amorreus, os amonitas, os filisteus,
10.12 os sidônios, os amalequitas e os maonitas escravizaram vocês, e vocês me pediram socorro. E eu os salvei deles.
10.13 Mas assim mesmo vocês me abandonaram e adoraram outros deuses. Por isso eu não vou mais ajudá-los.
10.14 Agora peçam socorro aos deuses que vocês escolheram. Que eles os ajudem quando vocês estiverem em dificuldades!
10.15 Mas o povo de Israel respondeu: — De fato, nós pecamos. Faze de nós o que quiseres. Mas salva-nos hoje, por favor.
10.16 Então eles jogaram fora os seus deuses estrangeiros e adoraram a Deus, o SENHOR. E ele teve pena deles por causa da situação difícil em que estavam.
10.17 Então o exército amonita veio e acampou em Mispa.
10.18 E os chefes e o povo de Gileade combinaram que o homem que comandasse os israelitas na luta contra os amonitas seria o chefe dos moradores de Gileade.
11.1 Jefté, da região de Gileade, era um soldado valente. O seu pai se chamava Gileade, e a sua mãe era uma prostituta.
11.2 A esposa de Gileade também teve filhos. Quando cresceram, eles expulsaram Jefté, dizendo: — Você não vai herdar nada do nosso pai porque é filho de outra mulher.
11.3 Jefté fugiu dos seus irmãos e foi morar na terra de Tobe. Lá alguns homens ordinários se juntaram a ele, e andavam juntos.
11.4 Algum tempo depois os amonitas foram guerrear contra o povo de Israel.
11.5 Quando isso aconteceu, os chefes de Gileade foram buscar Jefté na terra de Tobe
11.6 e disseram: — Venha com a gente e seja o nosso chefe na guerra contra os amonitas.
11.7 Jefté respondeu: — Eu sei que vocês me odeiam; e odeiam tanto, que me fizeram sair da casa do meu pai. Como é que vocês vêm me pedir ajuda, agora que estão em dificuldade?
11.8 — Nós viemos falar com você porque queremos que comande todo o povo de Gileade na luta contra os amonitas! — responderam eles.
11.9 Jefté disse: — Se me levarem de volta para casa a fim de lutar contra os amonitas, e se o SENHOR Deus me der a vitória, eu serei o governador de vocês. Está certo?
11.10 Eles responderam: — Sim. Nós faremos como você diz. O SENHOR é a nossa testemunha.
11.11 Aí Jefté foi com os chefes de Gileade, e o povo o colocou como governador e chefe. E em Mispa, na presença do SENHOR, Jefté fez o povo jurar que faria tudo o que havia sido dito.
11.12 Então Jefté enviou mensageiros ao rei dos amonitas. Os mensageiros disseram: — O que é que vocês têm contra mim? Por que invadiram o meu país?
11.13 O rei dos amonitas respondeu: — Quando os israelitas saíram do Egito, tomaram a minha terra, desde o rio Arnom até os rios Jaboque e Jordão. Agora, sem luta, vocês devem devolver a minha terra.
11.14 Jefté mandou outros mensageiros ao rei dos amonitas
11.15 com a seguinte resposta: — O povo de Israel não tomou a terra de Moabe nem a terra de Amom.
11.16 Quando os israelitas saíram do Egito, foram pelo deserto até o golfo de Ácaba e daí até Cades.
11.17 Eles mandaram mensageiros ao rei dos edomitas, pedindo licença para passar pelas suas terras, mas ele não deixou. Então os israelitas pediram a mesma coisa ao rei de Moabe, porém ele também não deixou. Por isso os israelitas ficaram em Cades.
11.18 — Eles foram pelo deserto. Rodearam a terra dos edomitas e dos moabitas e chegaram até a parte leste de Moabe, no outro lado do rio Arnom. Acamparam ali, mas não atravessaram o rio porque estava na fronteira de Moabe.
11.19 Aí os israelitas mandaram mensageiros a Seom, o rei amorreu de Hesbom, e pediram licença para atravessar aquele país a fim de poderem chegar à sua terra.
11.20 Mas Seom não deixou. Levou todo o seu exército, acampou em Jasa e atacou o povo de Israel.
11.21 Mas o SENHOR, o Deus de Israel, fez com que os israelitas derrotassem Seom e todos os seus homens. E assim os israelitas conquistaram toda a terra que era dos amorreus.
11.22 Tomaram toda a terra dos amorreus: desde o rio Arnom, ao Sul, até o rio Jaboque, ao Norte; e, desde o deserto, a Leste, até o rio Jordão, a Oeste.
11.23 Assim, foi o SENHOR, o Deus de Israel, quem expulsou os amorreus para o seu povo, os israelitas.
11.24 E agora vocês querem tentar tomar a terra de volta? Podem ficar com tudo o que Quemos, o deus de vocês, lhes deu. Mas nós vamos ficar com tudo o que o SENHOR, nosso Deus, conquistou para nós.
11.25 Você pensa que é melhor do que Balaque, filho de Zipor, que era rei de Moabe? Será que alguma vez ele desafiou Israel? Quando foi que ele guerreou contra nós?
11.26 Durante trezentos anos o povo de Israel morou em Hesbom e Aroer. Morou também nas cidades vizinhas e em todas as outras cidades das margens do rio Arnom. Por que foi que vocês não tomaram essas cidades de volta durante todo esse tempo?
11.27 Não! Eu não fiz nada de errado contra vocês. Vocês é que fazem mal, querendo lutar contra mim. O SENHOR é o juiz. Ele decidirá hoje entre os israelitas e os amonitas.
11.28 Mas o rei dos amonitas não quis ouvir a mensagem que Jefté havia mandado.
11.29 Então o Espírito do SENHOR dominou Jefté, e ele atravessou Gileade e Manassés e voltou para Mispa, em Gileade. Dali foi para Amom
11.30 e prometeu ao SENHOR o seguinte: — Se fizeres com que eu vença os amonitas,
11.31 eu queimarei em sacrifício aquele que sair primeiro da minha casa para me encontrar quando eu voltar da guerra. Eu o oferecerei em sacrifício a ti.
11.32 Então Jefté atravessou o rio para lutar contra os amonitas, e o SENHOR lhe deu a vitória.
11.33 Ele derrotou os amonitas desde Aroer até perto de Minite — vinte cidades ao todo — e continuou até Abel-Queramim. Houve uma grande matança, e os israelitas derrotaram os amonitas.
11.34 Quando Jefté voltou para a sua casa, em Mispa, a sua filha saiu ao seu encontro, dançando e tocando pandeiro. Era filha única; ele não tinha mais nenhuma filha ou filho.
11.35 Quando Jefté a viu, ficou desesperado, rasgou as suas roupas e disse: — Ah! Minha filha! Você está partindo o meu coração! Por que tem de ser você quem me vai fazer sofrer? Eu fiz uma promessa a Deus, o SENHOR, e não posso voltar atrás.
11.36 Ela respondeu: — Se o senhor fez uma promessa ao SENHOR Deus, faça de mim o que prometeu. Pois o SENHOR Deus deixou que o senhor se vingasse dos nossos inimigos, os amonitas.
11.37 E continuou: — Só peço uma coisa: deixe que eu vá com as minhas amigas pelos montes e chore durante dois meses porque nunca chegarei a ser mãe.
11.38 E o pai deixou que ela fosse por dois meses. Então ela e as suas amigas saíram pelas montanhas, chorando porque ela nunca chegaria a ser mãe.
11.39 Depois dos dois meses, ela voltou para o pai. E ele fez o que havia prometido a Deus. Assim ela morreu virgem. Daí veio o costume de as mulheres israelitas
11.40 saírem durante quatro dias, todos os anos, para chorar pela filha de Jefté, o gileadita.
12.1 Os homens da tribo de Efraim se reuniram para lutar. Eles atravessaram o rio Jordão para o lado de Zafom e disseram a Jefté: — Por que é que você saiu para combater os amonitas e não nos chamou para irmos também? Por causa disso nós vamos queimar a sua casa com você dentro!
12.2 Mas Jefté respondeu: — Eu e o meu povo tínhamos uma briga séria com os amonitas. Chamei vocês, mas vocês não me livraram deles.
12.3 Quando vi que vocês não iam me ajudar, arrisquei a vida e fui combater contra eles. E o SENHOR Deus me deu a vitória. Então por que é que vocês vêm agora lutar contra mim?
12.4 Aí Jefté juntou todos os homens de Gileade. Eles guerrearam contra os homens de Efraim e os derrotaram. Fizeram isso porque os efraimitas tinham dito: “Vocês, gileaditas que moram nas terras de Efraim e de Manassés, são desertores de Efraim.”
12.5 Para não deixar que os efraimitas passassem, os gileaditas tomaram os lugares onde o rio Jordão podia ser atravessado. Quando algum efraimita que estava tentando escapar pedia para atravessar o rio, os homens de Gileade perguntavam: — Você é efraimita? Se ele respondia que não,
12.6 eles o mandavam dizer a palavra “Chibolete”. Mas, se ele dizia “Sibolete” porque não podia falar direito a palavra, então o agarravam e matavam ali mesmo, na beira do rio Jordão. Naquela ocasião foram mortos quarenta e dois mil efraimitas.
12.7 Jefté, o gileadita, governou Israel durante seis anos. Então morreu e foi sepultado na sua cidade natal, em Gileade.
12.8 Depois de Jefté, Ibsã, da cidade de Belém, governou o povo de Israel.
12.9 Ele tinha trinta filhos e trinta filhas. Deixou que as trinta filhas casassem com rapazes de fora do seu grupo de famílias e trouxe trinta moças de fora para casarem com os seus filhos. Ibsã governou Israel sete anos.
12.10 Então morreu e foi sepultado em Belém.
12.11 Depois de Ibsã, Elom, que era da tribo de Zebulom, governou Israel dez anos.
12.12 Então morreu e foi sepultado em Aijalom, na terra de Zebulom.
12.13 Depois de Elom, Abdom governou o povo de Israel. Ele era filho de Hilel, da cidade de Piratom.
12.14 Abdom tinha quarenta filhos e trinta netos, que montavam setenta jumentos. Ele governou Israel oito anos.
12.15 Então morreu e foi sepultado em Piratom, que fica na terra de Efraim, na região montanhosa dos amalequitas.
Salmos
71.1 Ó SENHOR Deus, tu és a minha segurança; nunca deixes que eu sofra a vergonha da derrota.
71.2 Ajuda-me e livra-me, pois tu és justo; ouve-me e salva-me.
71.3 Ó Deus, sê a minha rocha de abrigo e uma fortaleza para me proteger! Tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
71.4 Ó meu Deus, livra-me dos maus, livra-me do poder dos homens perversos e violentos!
71.5 Ó SENHOR, meu Deus, em ti ponho a minha esperança; desde jovem tenho confiado em ti.
71.6 Toda a minha vida tenho me apoiado em ti; desde o meu nascimento tu tens me protegido. Eu sempre te louvarei.
71.7 A minha vida tem sido um exemplo para muitos porque tu tens sido o meu forte defensor.
71.8 O dia inteiro, eu te louvo e anuncio a tua glória.
71.9 Não me rejeites agora que sou velho; não me abandones agora que estou fraco.
71.10 Os meus inimigos querem me matar; eles falam contra mim e planejam a minha morte.
71.11 Eles dizem: “Deus o abandonou; vamos persegui-lo e agarrá-lo, pois ninguém o salvará.”
71.12 Ó Deus, não fiques longe de mim! Ajuda-me agora, meu Deus!
71.13 Que sejam derrotados e destruídos aqueles que me atacam! Que fiquem arruinados e envergonhados os que querem a minha desgraça!
71.14 Eu sempre porei a minha esperança em ti e te louvarei mais e mais.
71.15 Anunciarei que tu és fiel; o dia inteiro falarei da tua salvação, embora não seja capaz de entendê-la.
71.16 Falarei do teu poder, ó SENHOR, meu Deus; anunciarei a tua fidelidade, a tua fidelidade somente.
71.17 Tu tens me ensinado desde a minha mocidade, e eu continuo a falar das coisas maravilhosas que fazes.
71.18 Agora que estou velho, e os meus cabelos ficaram brancos, não me abandones, ó Deus! Fica comigo enquanto anuncio o teu poder e a tua força a este povo e aos seus descendentes.
71.19 A tua fidelidade, ó Deus, chega até o céu. Tu tens feito grandes coisas, e não há ninguém igual a ti.
71.20 Tu me tens feito passar por aflições e sofrimentos, mas me darás forças novamente e me livrarás da sepultura.
71.21 Tu me tornarás cada vez mais famoso e sempre me consolarás.
71.22 Prometo que te louvarei com harpa. Ó meu Deus, eu te louvarei porque és fiel. Na minha lira tocarei hinos a ti, ó Santo Deus de Israel.
71.23 Cantarei de alegria quando tocar hinos a ti, cantarei com todas as minhas forças porque tu me salvaste.
71.24 O dia inteiro falarei da tua justiça, pois os que me queriam prejudicar foram derrotados e arruinados.
Judges
10:1 And after Abimelech there arose to defend Israel Tola the son of Puah, the son of Dodo, a man of Issachar; and he dwelt in Shamir in mount Ephraim.
10:2 And he judged Israel twenty and three years, and died, and was buried in Shamir.
10:3 And after him arose Jair, a Gileadite, and judged Israel twenty and two years.
10:4 And he had thirty sons that rode on thirty ass colts, and they had thirty cities, which are called Havothjair unto this day, which [are] in the land of Gilead.
10:5 And Jair died, and was buried in Camon.
10:6 And the children of Israel did evil again in the sight of the LORD, and served Baalim, and Ashtaroth, and the gods of Syria, and the gods of Zidon, and the gods of Moab, and the gods of the children of Ammon, and the gods of the Philistines, and forsook the LORD, and served not him.
10:7 And the anger of the LORD was hot against Israel, and he sold them into the hands of the Philistines, and into the hands of the children of Ammon.
10:8 And that year they vexed and oppressed the children of Israel: eighteen years, all the children of Israel that [were] on the other side Jordan in the land of the Amorites, which [is] in Gilead.
10:9 Moreover the children of Ammon passed over Jordan to fight also against Judah, and against Benjamin, and against the house of Ephraim; so that Israel was sore distressed.
10:10 And the children of Israel cried unto the LORD, saying, We have sinned against thee, both because we have forsaken our God, and also served Baalim.
10:11 And the LORD said unto the children of Israel, [Did] not [I deliver you] from the Egyptians, and from the Amorites, from the children of Ammon, and from the Philistines?
10:12 The Zidonians also, and the Amalekites, and the Maonites, did oppress you; and ye cried to me, and I delivered you out of their hand.
10:13 Yet ye have forsaken me, and served other gods: wherefore I will deliver you no more.
10:14 Go and cry unto the gods which ye have chosen; let them deliver you in the time of your tribulation.
10:15 And the children of Israel said unto the LORD, We have sinned: do thou unto us whatsoever seemeth good unto thee; deliver us only, we pray thee, this day.
10:16 And they put away the strange gods from among them, and served the LORD: and his soul was grieved for the misery of Israel.
10:17 Then the children of Ammon were gathered together, and encamped in Gilead. And the children of Israel assembled themselves together, and encamped in Mizpeh.
10:18 And the people [and] princes of Gilead said one to another, What man [is he] that will begin to fight against the children of Ammon? he shall be head over all the inhabitants of Gilead.
11:1 Now Jephthah the Gileadite was a mighty man of valour, and he [was] the son of an harlot: and Gilead begat Jephthah.
11:2 And Gilead's wife bare him sons; and his wife's sons grew up, and they thrust out Jephthah, and said unto him, Thou shalt not inherit in our father's house; for thou [art] the son of a strange woman.
11:3 Then Jephthah fled from his brethren, and dwelt in the land of Tob: and there were gathered vain men to Jephthah, and went out with him.
11:4 And it came to pass in process of time, that the children of Ammon made war against Israel.
11:5 And it was so, that when the children of Ammon made war against Israel, the elders of Gilead went to fetch Jephthah out of the land of Tob:
11:6 And they said unto Jephthah, Come, and be our captain, that we may fight with the children of Ammon.
11:7 And Jephthah said unto the elders of Gilead, Did not ye hate me, and expel me out of my father's house? and why are ye come unto me now when ye are in distress?
11:8 And the elders of Gilead said unto Jephthah, Therefore we turn again to thee now, that thou mayest go with us, and fight against the children of Ammon, and be our head over all the inhabitants of Gilead.
11:9 And Jephthah said unto the elders of Gilead, If ye bring me home again to fight against the children of Ammon, and the LORD deliver them before me, shall I be your head?
11:10 And the elders of Gilead said unto Jephthah, The LORD be witness between us, if we do not so according to thy words.
11:11 Then Jephthah went with the elders of Gilead, and the people made him head and captain over them: and Jephthah uttered all his words before the LORD in Mizpeh.
11:12 And Jephthah sent messengers unto the king of the children of Ammon, saying, What hast thou to do with me, that thou art come against me to fight in my land?
11:13 And the king of the children of Ammon answered unto the messengers of Jephthah, Because Israel took away my land, when they came up out of Egypt, from Arnon even unto Jabbok, and unto Jordan: now therefore restore those [lands] again peaceably.
11:14 And Jephthah sent messengers again unto the king of the children of Ammon:
11:15 And said unto him, Thus saith Jephthah, Israel took not away the land of Moab, nor the land of the children of Ammon:
11:16 But when Israel came up from Egypt, and walked through the wilderness unto the Red sea, and came to Kadesh;
11:17 Then Israel sent messengers unto the king of Edom, saying, Let me, I pray thee, pass through thy land: but the king of Edom would not hearken [thereto]. And in like manner they sent unto the king of Moab: but he would not [consent]: and Israel abode in Kadesh.
11:18 Then they went along through the wilderness, and compassed the land of Edom, and the land of Moab, and came by the east side of the land of Moab, and pitched on the other side of Arnon, but came not within the border of Moab: for Arnon [was] the border of Moab.
11:19 And Israel sent messengers unto Sihon king of the Amorites, the king of Heshbon; and Israel said unto him, Let us pass, we pray thee, through thy land into my place.
11:20 But Sihon trusted not Israel to pass through his coast: but Sihon gathered all his people together, and pitched in Jahaz, and fought against Israel.
11:21 And the LORD God of Israel delivered Sihon and all his people into the hand of Israel, and they smote them: so Israel possessed all the land of the Amorites, the inhabitants of that country.
11:22 And they possessed all the coasts of the Amorites, from Arnon even unto Jabbok, and from the wilderness even unto Jordan.
11:23 So now the LORD God of Israel hath dispossessed the Amorites from before his people Israel, and shouldest thou possess it?
11:24 Wilt not thou possess that which Chemosh thy god giveth thee to possess? So whomsoever the LORD our God shall drive out from before us, them will we possess.
11:25 And now [art] thou any thing better than Balak the son of Zippor, king of Moab? did he ever strive against Israel, or did he ever fight against them,
11:26 While Israel dwelt in Heshbon and her towns, and in Aroer and her towns, and in all the cities that [be] along by the coasts of Arnon, three hundred years? why therefore did ye not recover [them] within that time?
11:27 Wherefore I have not sinned against thee, but thou doest me wrong to war against me: the LORD the Judge be judge this day between the children of Israel and the children of Ammon.
11:28 Howbeit the king of the children of Ammon hearkened not unto the words of Jephthah which he sent him.
11:29 Then the Spirit of the LORD came upon Jephthah, and he passed over Gilead, and Manasseh, and passed over Mizpeh of Gilead, and from Mizpeh of Gilead he passed over [unto] the children of Ammon.
11:30 And Jephthah vowed a vow unto the LORD, and said, If thou shalt without fail deliver the children of Ammon into mine hands,
11:31 Then it shall be, that whatsoever cometh forth of the doors of my house to meet me, when I return in peace from the children of Ammon, shall surely be the LORD'S, and I will offer it up for a burnt offering.
11:32 So Jephthah passed over unto the children of Ammon to fight against them; and the LORD delivered them into his hands.
11:33 And he smote them from Aroer, even till thou come to Minnith, [even] twenty cities, and unto the plain of the vineyards, with a very great slaughter. Thus the children of Ammon were subdued before the children of Israel.
11:34 And Jephthah came to Mizpeh unto his house, and, behold, his daughter came out to meet him with timbrels and with dances: and she [was his] only child; beside her he had neither son nor daughter.
11:35 And it came to pass, when he saw her, that he rent his clothes, and said, Alas, my daughter! thou hast brought me very low, and thou art one of them that trouble me: for I have opened my mouth unto the LORD, and I cannot go back.
11:36 And she said unto him, My father, [if] thou hast opened thy mouth unto the LORD, do to me according to that which hath proceeded out of thy mouth; forasmuch as the LORD hath taken vengeance for thee of thine enemies, [even] of the children of Ammon.
11:37 And she said unto her father, Let this thing be done for me: let me alone two months, that I may go up and down upon the mountains, and bewail my virginity, I and my fellows.
11:38 And he said, Go. And he sent her away [for] two months: and she went with her companions, and bewailed her virginity upon the mountains.
11:39 And it came to pass at the end of two months, that she returned unto her father, who did with her [according] to his vow which he had vowed: and she knew no man. And it was a custom in Israel,
11:40 [That] the daughters of Israel went yearly to lament the daughter of Jephthah the Gileadite four days in a year.
12:1 And the men of Ephraim gathered themselves together, and went northward, and said unto Jephthah, Wherefore passedst thou over to fight against the children of Ammon, and didst not call us to go with thee? we will burn thine house upon thee with fire.
12:2 And Jephthah said unto them, I and my people were at great strife with the children of Ammon; and when I called you, ye delivered me not out of their hands.
12:3 And when I saw that ye delivered [me] not, I put my life in my hands, and passed over against the children of Ammon, and the LORD delivered them into my hand: wherefore then are ye come up unto me this day, to fight against me?
12:4 Then Jephthah gathered together all the men of Gilead, and fought with Ephraim: and the men of Gilead smote Ephraim, because they said, Ye Gileadites [are] fugitives of Ephraim among the Ephraimites, [and] among the Manassites.
12:5 And the Gileadites took the passages of Jordan before the Ephraimites: and it was [so], that when those Ephraimites which were escaped said, Let me go over; that the men of Gilead said unto him, [Art] thou an Ephraimite? If he said, Nay;
12:6 Then said they unto him, Say now Shibboleth: and he said Sibboleth: for he could not frame to pronounce [it] right. Then they took him, and slew him at the passages of Jordan: and there fell at that time of the Ephraimites forty and two thousand.
12:7 And Jephthah judged Israel six years. Then died Jephthah the Gileadite, and was buried in [one of] the cities of Gilead.
12:8 And after him Ibzan of Bethlehem judged Israel.
12:9 And he had thirty sons, and thirty daughters, [whom] he sent abroad, and took in thirty daughters from abroad for his sons. And he judged Israel seven years.
12:10 Then died Ibzan, and was buried at Bethlehem.
12:11 And after him Elon, a Zebulonite, judged Israel; and he judged Israel ten years.
12:12 And Elon the Zebulonite died, and was buried in Aijalon in the country of Zebulun.
12:13 And after him Abdon the son of Hillel, a Pirathonite, judged Israel.
12:14 And he had forty sons and thirty nephews, that rode on threescore and ten ass colts: and he judged Israel eight years.
12:15 And Abdon the son of Hillel the Pirathonite died, and was buried in Pirathon in the land of Ephraim, in the mount of the Amalekites.
Psalms
71:1 In thee, O LORD, do I put my trust: let me never be put to confusion.
71:2 Deliver me in thy righteousness, and cause me to escape: incline thine ear unto me, and save me.
71:3 Be thou my strong habitation, whereunto I may continually resort: thou hast given commandment to save me; for thou [art] my rock and my fortress.
71:4 Deliver me, O my God, out of the hand of the wicked, out of the hand of the unrighteous and cruel man.
71:5 For thou [art] my hope, O Lord GOD: [thou art] my trust from my youth.
71:6 By thee have I been holden up from the womb: thou art he that took me out of my mother's bowels: my praise [shall be] continually of thee.
71:7 I am as a wonder unto many; but thou [art] my strong refuge.
71:8 Let my mouth be filled [with] thy praise [and with] thy honour all the day.
71:9 Cast me not off in the time of old age; forsake me not when my strength faileth.
71:10 For mine enemies speak against me; and they that lay wait for my soul take counsel together,
71:11 Saying, God hath forsaken him: persecute and take him; for [there is] none to deliver [him].
71:12 O God, be not far from me: O my God, make haste for my help.
71:13 Let them be confounded [and] consumed that are adversaries to my soul; let them be covered [with] reproach and dishonour that seek my hurt.
71:14 But I will hope continually, and will yet praise thee more and more.
71:15 My mouth shall shew forth thy righteousness [and] thy salvation all the day; for I know not the numbers [thereof].
71:16 I will go in the strength of the Lord GOD: I will make mention of thy righteousness, [even] of thine only.
71:17 O God, thou hast taught me from my youth: and hitherto have I declared thy wondrous works.
71:18 Now also when I am old and grayheaded, O God, forsake me not; until I have shewed thy strength unto [this] generation, [and] thy power to every one [that] is to come.
71:19 Thy righteousness also, O God, [is] very high, who hast done great things: O God, who [is] like unto thee!
71:20 [Thou], which hast shewed me great and sore troubles, shalt quicken me again, and shalt bring me up again from the depths of the earth.
71:21 Thou shalt increase my greatness, and comfort me on every side.
71:22 I will also praise thee with the psaltery, [even] thy truth, O my God: unto thee will I sing with the harp, O thou Holy One of Israel.
71:23 My lips shall greatly rejoice when I sing unto thee; and my soul, which thou hast redeemed.
71:24 My tongue also shall talk of thy righteousness all the day long: for they are confounded, for they are brought unto shame, that seek my hurt.
Jueces
10:1 Y DESPUÉS de Abimelech levantóse para librar á Israel, Tola hijo de Púa, hijo de Dodo, varón de Issachâr, el cual habitaba en Samir, en el monte de Ephraim.
10:2 Y juzgó á Israel veintitrés años, y murió, y fué sepultado en Samir.
10:3 Tras él se levantó Jair, Galaadita, el cual juzgó á Israel veintidós años.
10:4 Este tuvo treinta hijos que cabalgaban sobre treinta asnos, y tenían treinta villas, que se llamaron las villas de Jair hasta hoy, las cuales están en la tierra de Galaad.
10:5 Y murió Jair, y fué sepultado en Camón.
10:6 Mas los hijos de Israel tornaron á hacer lo malo en los ojos de Jehová, y sirvieron á los Baales y á Astaroth, y á los dioses de Siria, y á los dioses de Sidón, y á los dioses de Moab, y á los dioses de los hijos de Ammón, y á los dioses de los Filisteos: y dejaron á Jehová, y no le sirvieron.
10:7 Y Jehová se airó contra Israel, y vendiólos en mano de los Filisteos, y en mano de los hijos de Ammón:
10:8 Los cuales molieron y quebrantaron á los hijos de Israel en aquel tiempo dieciocho años, á todos los hijos de Israel que estaban de la otra parte del Jordán en la tierra del Amorrheo, que es en Galaad.
10:9 Y los hijos de Ammón pasaron el Jordán para hacer también guerra contra Judá, y contra Benjamín, y la casa de Ephraim: y fué Israel en gran manera afligido.
10:10 Y los hijos de Israel clamaron á Jehová, diciendo: Nosotros hemos pecado contra ti; porque hemos dejado á nuestro Dios, y servido á los Baales.
10:11 Y Jehová respondió á los hijos de Israel: ¿No habéis sido oprimidos de Egipto, de los Amorrheos, de Losammonitas, de los Filisteos,
10:12 De los de Sidón, de Amalec, y de Maón, y clamando á mí os he librado de sus manos?
10:13 Mas vosotros me habéis dejado, y habéis servido á dioses ajenos: por tanto, yo no os libraré más.
10:14 Andad, y clamad á los dioses que os habéis elegido, que os libren en el tiempo de vuestra aflicción.
10:15 Y los hijos de Israel respondieron á Jehová: Hemos pecado; haz tú con nosotros como bien te pareciere: solamente que ahora nos libres en este día.
10:16 Y quitaron de entre sí los dioses ajenos, y sirvieron á Jehová: y su alma fué angustiada á causa del trabajo de Israel.
10:17 Y juntándose los hijos de Ammón, asentaron campo en Galaad: juntáronse asimismo los hijos de Israel, y asentaron su campo en Mizpa.
10:18 Y los príncipes y el pueblo de Galaad dijeron el uno al otro: ¿Quién será el que comenzará la batalla contra los hijos de Ammón? él será cabeza sobre todos los que habitan en Galaad.
11:1 EXISTÍA entonces Jephté, Galaadita, hombre valiente, hijo de una ramera, al cual había engendrado Galaad.
11:2 Y la mujer de Galaad también le había parido hijos; los cuales cuando fueron grandes, echaron fuera á Jephté, diciéndole: No heredarás en la casa de nuestro padre, porque eres bastardo.
11:3 Huyendo pues Jephté á causa de sus hermanos, habitó en tierra de Tob; y juntáronse con él hombres ociosos, los cuales con él salían.
11:4 Y aconteció que después de días los hijos de Ammón hicieron guerra contra Israel:
11:5 Y como los hijos de Ammón tenían guerra contra Israel, los ancianos de Galaad fueron para volver á Jephté de tierra de Tob;
11:6 Y dijeron á Jephté: Ven, y serás nuestro capitán, para que peleemos con los hijos de Ammón.
11:7 Y Jephté respondió á los ancianos de Galaad: ¿No me habéis vosotros aborrecido, y me echasteis de la casa de mi padre? ¿por qué pues venís ahora á mí cuando estáis en aflicción?
11:8 Y los ancianos de Galaad respondieron á Jephté: Por esta misma causa tornamos ahora á ti, para que vengas con nosotros, y pelees contra los hijos de Ammón, y nos seas cabeza á todos los que moramos en Galaad.
11:9 Jephté entonces dijo á los ancianos de Galaad: Si me volvéis para que pelee contra los hijos de Ammón, y Jehová los entregare delante de mí, ¿seré yo vuestra cabeza?
11:10 Y los ancianos de Galaad respondieron á Jephté: Jehová oiga entre nosotros, si no hiciéremos como tú dices.
11:11 Entonces Jephté vino con los ancianos de Galaad, y el pueblo lo eligió por su cabeza y príncipe; y Jephté habló todas sus palabras delante de Jehová en Mizpa.
11:12 Y envió Jephté embajadores al rey de los Ammonitas, diciendo: ¿Qué tienes tú conmigo que has venido á mí para hacer guerra en mi tierra?
11:13 Y el rey de los Ammonitas respondió á los embajadores de Jephté: Por cuanto Israel tomó mi tierra, cuando subió de Egipto, desde Arnón hasta Jaboc y el Jordán; por tanto, devuélvelas ahora en paz.
11:14 Y Jephté tornó á enviar otros embajadores al rey de los Ammonitas,
11:15 Para decirle: Jephté ha dicho así: Israel no tomó tierra de Moab, ni tierra de los hijos de Ammón:
11:16 Mas subiendo Israel de Egipto, anduvo por el desierto hasta el mar Bermejo, y llegó á Cades.
11:17 Entonces Israel envió embajadores al rey de Edom, diciendo: Yo te ruego que me dejes pasar por tu tierra. Mas el rey de Edom no los escuchó. Envió también al rey de Moab; el cual tampoco quiso: quedóse por tanto Israel en Cades.
11:18 Después, yendo por el desierto, rodeó la tierra de Edom y la tierra de Moab, y viniendo por el lado oriental de la tierra de Moab, asentó su campo de estotra parte de Arnón, y no entraron por el término de Moab: porque Arnón término es de Moab.
11:19 Y envió Israel embajadores á Sehón rey de los Amorrheos, rey de Hesbón, diciéndole: Ruégote que me dejes pasar por tu tierra hasta mi lugar.
11:20 Mas Sehón no se fió de Israel para darle paso por su término; antes juntando Sehón toda su gente, puso campo en Jaas, y peleó contra Israel.
11:21 Empero Jehová el Dios de Israel entregó á Sehón y á todo su pueblo en mano de Israel, y venciólos: y poseyó Israel toda la tierra del Amorrheo que habitaba en aquel país.
11:22 Poseyeron también todo el término del Amorrheo desde Arnón hasta Jaboc, y desde el desierto hasta el Jordán.
11:23 Así que Jehová el Dios de Israel echó los Amorrheos delante de su pueblo Israel: ¿y lo has de poseer tú?
11:24 Si Chêmos tu Dios te echase alguno, ¿no lo poseerías tú? Así poseeremos nosotros á todo aquel que echó Jehová nuestro Dios de delante de nosotros.
11:25 ¿Eres tú ahora en algo mejor que Balac hijo de Sephor, rey de Moab? ¿tuvo él cuestión contra Israel, ó hizo guerra contra ellos?
11:26 Cuando Israel ha estado habitando por trescientos años á Hesbón y sus aldeas, á Aroer y sus aldeas, y todas las ciudades que están á los términos de Arnón, ¿por qué no las habéis reclamado en ese tiempo?
11:27 Así que, yo nada he pecado contra ti, mas tú haces mal conmigo haciéndome guerra: Jehová, que es el juez, juzgue hoy entre los hijos de Israel y los hijos de Ammón.
11:28 Mas el rey de los hijos de Ammón no atendió las razones de Jephté que le envió.
11:29 Y el espíritu de Jehová fué sobre Jephté: y pasó por Galaad y Manasés; y de allí pasó á Mizpa de Galaad; y de Mizpa de Galaad pasó á los hijos de Ammón.
11:30 Y Jephté hizo voto á Jehová, diciendo: Si entregares á los Ammonitas en mis manos,
11:31 Cualquiera que me saliere á recibir de las puertas de mi casa, cuando volviere de los Ammonitas en paz, será de Jehová, y le ofreceré en holocausto.
11:32 Pasó pues Jephté á los hijos de Ammón para pelear contra ellos; y Jehová los entregó en su mano.
11:33 Y los hirió de grandísimo estrago desde Aroer hasta llegar á Minnith, veinte ciudades; y hasta la vega de las viñas. Así fueron domeñados los Ammonitas delante de los hijos de Israel.
11:34 Y volviendo Jephté á Mizpa á su casa, he aquí que su hija le salió á recibir con adufes y danzas, y era la sola, la única suya; no tenía fuera de ella otro hijo ni hija.
11:35 Y como él la vió, rompió sus vestidos diciendo: ¡Ay, hija mía! de verdad me has abatido, y tú eres de los que me afligen: porque yo he abierto mi boca á Jehová, y no podré retractarme.
11:36 Ella entonces le respondió: Padre mío, si has abierto tu boca á Jehová, haz de mí como salió de tu boca, pues que Jehová ha hecho venganza en tus enemigos los hijos de Ammón.
11:37 Y tornó á decir á su padre: Hágasme esto: déjame por dos meses que vaya y descienda por los montes, y llore mi virginidad, yo y mis compañeras.
11:38 El entonces dijo: Ve. Y dejóla por dos meses. Y ella fué con sus compañeras, y lloró su virginidad por los montes.
11:39 Pasados los dos meses volvió á su padre, é hizo de ella conforme á su voto que había hecho. Y ella nunca conoció varón.
11:40 De aquí fué la costumbre en Israel que de año en año iban las doncellas de Israel á endechar á la hija de Jephté Galaadita, cuatro días en el año.
12:1 Y JUNTÁNDOSE los varones de Ephraim, pasaron hacia el aquilón, y dijeron á Jephté: ¿Por qué fuiste á hacer guerra contra los hijos de Ammón, y no nos llamaste para que fuéramos contigo? Nosotros quemaremos á fuego tu casa contigo.
12:2 Y Jephté les respondió: Yo tuve, y mi pueblo, una gran contienda con los hijos de Ammón, y os llamé, y no me defendisteis de sus manos.
12:3 Viendo pues que no me defendíais, puse mi alma en mi palma, y pasé contra los hijos de Ammón, y Jehová los entregó en mi mano: ¿por qué pues habéis subido hoy contra mí para pelear conmigo?
12:4 Y juntando Jephté á todos los varones de Galaad, peleó contra Ephraim; y los de Galaad hirieron á Ephraim, porque habían dicho: Vosotros sois fugitivos de Ephraim, vosotros sois Galaaditas entre Ephraim y Manasés.
12:5 Y los Galaaditas tomaron los vados del Jordán á Ephraim; y era que, cuando alguno de los de Ephraim que había huído, decía, ¿pasaré? los de Galaad le preguntaban: ¿Eres tú Ephrateo? Si él respondía, No;
12:6 Entonces le decían: Ahora pues, di, Shiboleth. Y él decía, Siboleth; porque no podía pronunciar de aquella suerte. Entonces le echaban mano, y le degollaban junto á los vados del Jordán. Y murieron entonces de los de Ephraim cuarenta y dos mil.
12:7 Y Jephté juzgó á Israel seis años: luego murió Jephté Galaadita, y fué sepultado en una de las ciudades de Galaad.
12:8 Después de él juzgó á Israel Ibzan de Beth-lehem;
12:9 El cual tuvo treinta hijos y treinta hijas, las cuales casó fuera, y tomó de fuera treinta hijas para sus hijos: y juzgó á Israel siete años.
12:10 Y murió Ibzan, y fué sepultado en Beth-lehem.
12:11 Después de él juzgó á Israel Elón, Zabulonita, el cual juzgó á Israel diez años.
12:12 Y murió Elón, Zabulonita, y fué sepultado en Ajalón en la tierra de Zabulón.
12:13 Después de él juzgó á Israel Abdón hijo de Hillel, Piratonita.
12:14 Este tuvo cuarenta hijos y treinta nietos, que cabalgaban sobre setenta asnos: y juzgó á Israel ocho años.
12:15 Y murió Abdón hijo de Hillel, Piratonita, y fué sepultado en Piratón, en la tierra de Ephraim, en el monte de Amalec.
Salmos
71:1 EN ti, oh Jehová, he esperado; No sea yo confuso para siempre.
71:2 Hazme escapar, y líbrame en tu justicia: Inclina tu oído y sálvame.
71:3 Séme por peña de estancia, adonde recurra yo continuamente: Mandado has que yo sea salvo; Porque tú eres mi roca, y mi fortaleza.
71:4 Dios mío, líbrame de la mano del impío, De la mano del perverso y violento.
71:5 Porque tú, oh Señor Jehová, eres mi esperanza: Seguridad mía desde mi juventud.
71:6 Por ti he sido sustentado desde el vientre: De las entrañas de mi madre tú fuiste el que me sacaste: De ti será siempre mi alabanza.
71:7 Como prodigio he sido á muchos; Y tú mi refugio fuerte.
71:8 Sea llena mi boca de tu alabanza, De tu gloria todo el día.
71:9 No me deseches en el tiempo de la vejez; Cuando mi fuerza se acabare, no me desampares.
71:10 Porque mis enemigos han tratado de mí; Y los que acechan mi alma, consultaron juntamente.
71:11 Diciendo: Dios lo ha dejado: Perseguid y tomadle, porque no hay quien le libre.
71:12 Oh Dios, no te alejes de mí: Dios mío, acude presto á mi socorro.
71:13 Sean avergonzados, fallezcan los adversarios de mi alma; Sean cubiertos de vergüenza y de confusión los que mi mal buscan.
71:14 Mas yo siempre esperaré, Y añadiré sobre toda tu alabanza.
71:15 Mi boca publicará tu justicia Y tu salud todo el día, Aunque no sé el número de ellas.
71:16 Vendré á las valentías del Señor Jehová: Haré memoria de sola tu justicia.
71:17 Oh Dios, enseñásteme desde mi mocedad; Y hasta ahora he manifestado tus maravillas.
71:18 Y aun hasta la vejez y las canas; oh Dios, no me desampares, Hasta que denuncie tu brazo á la posteridad, Tus valentías á todos los que han de venir.
71:19 Y tu justicia, oh Dios, hasta lo excelso; Porque has hecho grandes cosas: Oh Dios, ¿quién como tú?
71:20 Tú, que me has hecho ver muchas angustias y males, Volverás á darme vida, Y de nuevo me levantarás de los abismos de la tierra.
71:21 Aumentarás mi grandeza, Y volverás á consolarme.
71:22 Asimismo yo te alabaré con instrumento de salterio, Oh Dios mío: tu verdad cantaré yo á ti en el arpa, Oh Santo de Israel.
71:23 Mis labios cantarán cuando á ti salmeare, Y mi alma, á la cual redimiste.
71:24 Mi lengua hablará también de tu justicia todo el día: Por cuanto fueron avergonzados, porque fueron confusos los que mi mal procuraban.